Só Deus e eu sei o que fazia pra continuar minha vida normalmente

Difícil foi fazer as pessoas ao meu redor acreditar que eu estava assim por causa das dores

Comecei a sentir dores na perna aos 31 anos,  achava que tinha dando um mal jeito, mas infelizmente apesar dos analgésicos, a dor persistia, só depois que tomei antiinflamatórios de ultima geração, voltei a minha normalidade.

Após 1 ano, a dor voltou generalizada, eu me senti impotente diante de tanto transtorno na minha vida, fadiga e tristeza eram minhas companheiras, eu que sempre fui tão sorridente, me tornei antipática e distante, difícil foi fazer as pessoas ao meu redor acreditar que eu estava assim por causa das dores.

Depois do diagnóstico de AR, comecei minha dependência aos corticoides e analgésicos, ao longo do tempo adquiri a Síndrome de Cushing, que me levou varias vezes a emergência, embora eu nunca tenha parado de trabalhar, só Deus e eu sei o que fazia pra continuar minha vida normalmente, hoje tomo Enbrel e vivo com poucas dores, mas sem inchaço, nem analgésicos.

Susi Alves, tenho 31 anos, sou veterinária, moro em Maceió/Alagoas e convivo com artrite reumatoide

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

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