Olá, meu nome é Inês, tenho 52 anos, sou mãe de um casal de filhos. Eles, meu esposo e meus pais são a minha maior razão para continuar lutando todos os dias.
Convivo com problemas de saúde desde os 20 anos. Naquela época, comecei a sentir muitas dores na coluna. Durante muito tempo, diziam que era apenas um problema na coluna, depressão e fibromialgia. Hoje, acredito que não era somente isso. Provavelmente eu já convivia com a espondilite anquilosante, mas o diagnóstico demorou muitos anos para acontecer.
Com o passar do tempo, meu quadro foi piorando. Fiz minha primeira cirurgia na coluna, com colocação de pinos. Em seguida, precisei passar por uma cirurgia no ombro. Mesmo assim, as dores continuavam. Depois disso, realizei quatro procedimentos de denervação na coluna. Enquanto o efeito durava, havia algum alívio, mas, quando passava, a dor voltava ainda mais intensa.
Mais tarde, surgiram problemas no joelho. A primeira cirurgia foi um realinhamento com colocação de pinos, mas não deu certo. Então, precisei fazer uma segunda cirurgia para colocar uma prótese total no joelho. Infelizmente, o resultado também não foi o esperado, porque a espondilite já havia comprometido bastante o fêmur, conforme explicou o cirurgião.
O diagnóstico de espondilite anquilosante foi feito há pouco tempo, após uma ressonância magnética das articulações sacroilíacas. Assim que a doença foi confirmada, iniciei o tratamento. Como não obtive melhora, meu reumatologista indicou o uso do medicamento imunobiológico Cimzia.
Estou em tratamento com esse medicamento há oito meses, mas ainda sinto dores diariamente. Atualmente, também faço acompanhamento com uma equipe especializada em dor crônica, na esperança de conseguir mais qualidade de vida.
Infelizmente, além do imunobiológico, preciso tomar diversos outros medicamentos para conseguir suportar as dores. A espondilite também já trouxe outras complicações, afetando meus pulmões e meu coração.
Apesar de tudo, continuo sendo uma pessoa de muita fé. Sei que a caminhada não é fácil, mas acredito que Deus nos dá forças para enfrentar cada desafio. Seguimos em frente, um dia de cada vez, sempre unidos.
Meu nome é Ana Ines Rocha Marques @inesrochamarques, tenho 52 anos, convivo com o diagnóstico de espondilite anquilosante e fibromialgia há dois anos, sou cozinheira e moro em São José dos Pinhais, no Paraná.
“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!
É simples, preencha o formulário no link https://forms.gle/BdGhzv1pQj58MiVv9
Doe a sua história!❤
Descubra mais sobre Artrite Reumatóide
Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.
































