De repente corticoide; uma relação de amor e ódio

A vida com artrite reumatoide é assim um constante recomeçar, quando pensamos que estamos chegando lá na pertinho da tão sonhada remissão, voltamos alguns passos para trás e de repente volta ele, que amamos e odiamos, o corticoide, hoje lindo, amanhã maldito, odeio seus efeitos colaterais e amo seu poder.
Depois de quase 9 meses sem corticoide, 02 meses após o 3º ciclo do Rituximabe, a AR, resolveu mostrar-se ativa, voltei a sentir dores do tipo “10”, rigidez matinal, quadril doendo, joelho gritando e mãos latejantes e pulsantes, fui logo correndo colher exames de atividade inflamatória, desejando ser apenas uma resposta do meu nível de estresse (devido a semana de provas na faculdade), e encontrei a verdade, VHS e PCR estourados (elevados à níveis master). A atividade inflamatória presente, articulações inchadas, vermelhas quentes, rigidez matinal, inverno e  somado ao estresse, o resultado se resume a dor, dor e dor.

Hoje, em reavaliação no reumato, descobri que neste inverno o meu presente de inverno foi uma Bursite de Quadril Bilateral (porque AR que é AR, é assim, sempre acontece algo, tipo, nas duas articulações), que trouxe de brinde injeções de corticoide. Manterei como medicação de base o corticoide de 5 mg e antiinflamatório de suporte até que seja reduzida as dores, caso não resolva, terei que aceitar duas infiltrações (tenho pavor de agulhas).

Experimentei quase 9 meses de monoterapia (apenas com Rituximabe), mas como a vida com #AR é instável foi preciso aceitar a volta do corticoide, espero que não seja preciso aumentar essa dose e que este inverno seja leve.

A vida com #AR é assim um constante recomeçAR, quando pensamos que estamos chegando lá, voltamos alguns passos para trá…

Posted by Artrite Reumatoide on Quarta, 10 de junho de 2015

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