A AR nunca me tirou o desejo de seguir adiante

Um dia de cada vez!  Cada dia uma luta, cada dia uma vitória, nós sabemos valorizar a vida, a dor nos causou isso, somos privilegiados.

Meu nome é Laíza tenho 27 anos e sou portadora de AR há 17 anos. Aos 10 anos, eu realizei um procedimento chamado adenoamigdalectomia (retirada das amígdalas e adenóide), eu tinha muitas infecções na garganta e ouvido. Após alguns dias, surgiram as febres contantes, fiz diversos exames e 6 meses de procura para um diagnóstico, essa espera, me deixou sem nenhum movimento no corpo.

Encontrei um médico na cidade vizinha que cuidou do meu caso e deu o diagnóstico. Iniciei com pulso terapia, metotrexato subcutâneo no setor de oncologia. Corticoide e outros anti-inflamatórios que estabilizaram a doença. Fiz hidroterapia para voltar os movimentos mas, tive uma lesão muito extensa no quadril.

Com 1 ano de tratamento eu já estava normal novamente e seguindo apenas com o metotrexato e os demais medicamentos. Após 10 anos de tratamento, comecei a mancar e logo depois a perder o movimento das pernas, tive uma necrose bilateral de quadril.

Com 22 anos eu operei as duas pernas e coloquei duas próteses (artroplastia de quadril), com 1 ano e meio voltei a andar. Passei por 4 médicos, ano passado meu médico faleceu e nesta semana início outro tratamento. Faço uso de metotrexato e corticoide quando necessário.

A AR me tirou muitas coisas, mudei de profissão, tenho duas próteses mas, ela nunca me tirou o desejo de seguir adiante, tenho muita fé em Deus e a certeza de que mesmo com toda a minha fragilidade, Ele cuida de mim. Eu tenho uma vida normal, estudo, trabalho, viajo, tenho dias de dor, que logo se tornam de alegria.

O que deixo para vocês é a certeza de que não devemos jamais deixar o tratamento, devemos cuidar de nossa alimentação, nosso físico, nosso espiritual e nossa mente, devemos aproveitar cada dia sem dor e não deixar a dor dominar nossa vida.

Um dia de cada vez!  Cada dia uma luta, cada dia uma vitória, nós sabemos valorizar a vida, a dor nos causou isso, somos privilegiados.

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

É simples, preencha o formulário no link http://ow.ly/gGra50nFGJp

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