Tenham fé, façam o tratamento com comprometimento

Meu nome é Andrea e tenho 44 anos. Mãe de dois homens e avó de quatro fofurinhas. Em 2014 passei pela bariátrica, técnica Sleeve, que mudou a minha vida. Na época, ao completar 40 anos, tinha dores, pressão alta, baixa auto estima, me sentia uma senhora com 103 kilos.

Recuperei tudo de bom em minha vida, renasci! Em 2017, fiz minha abdominoplastia em março, em abril após um acontecimento que me abalou muito comecei a ter inchaços, em partes do corpo, depois com inchaços vieram dores, depois a febre e fui piorando. Foram 5 meses peregrinando e sendo revirada do avesso para descobrir um diagnóstico.

Fui perdendo peso, ficando debilitada e com uma alergia que tomou todo meu corpo e já sendo classificada como alergia crônica, muitos remédios e nada passava minhas dores. Perdi os movimentos e num acesso de dor e pedi que duas amigas me levassem ao pronto socorro. Lá fui internada e Deus começou a agir. No segundo dia a chefe da reumatologia pegou meu caso, foram 11 dias internada e no décimo veio o diagnóstico, Doença de Still do Adulto, rara, soronegativa e de difícil diagnóstico.

Minha médica que um mês antes havia presenciado um caso muito parecido resolveu não esperar. Entrei com doses altas de corticoides, mtx e em 15 dias com o Tocilizumabe. Não andava, não mexia as mãos, fiquei dependente de tudo, com dores que me faziam passar a noite sentada, cheguei aos 56 kg. Em dois meses os remédios começaram a fazer efeito. Comecei a T.O. para as mãos, que foram as sequeladas e durante sete meses permaneci afastada do trabalho me cuidando.

Sempre, cuidada por pessoas maravilhosas no hospital, descobri nessa época o quanto era amada. Amigos de todas as religiões oravam por mim e demonstravam muito amor. Me recuperei. Hoje trabalho normalmente, tenho uma vida ativa em casa, faço tudo, só evito peso por conta das mãos. Obedeço a risca todas as orientações de minha médica e jamais reclamo, pois sei que novamente renasci.

Com os medicamentos veio o sobrepeso. Mais uma vez percebi que dependia de mim uma mudança de hábitos para não perder tudo o que havia conquistado nos últimos anos. Entrei de férias e desde o primeiro dia mudei minha dieta, eliminando tudo o que sempre soube que me fazia mal, açúcar, farinha de trigo, lactose e fazendo algo que sempre amei, cozinhar.

Só que agora com novidades no prato, descobrindo tudo o que é saudável e saboroso. Iniciei minhas férias com 79 kilos para 1,60. Estou terminando minhas férias já com 10 quilos a menos, pois toda a inflamação e inchaço que tinha pela dieta mal feita foram embora, e é o começo pois são novos hábitos alimentares.

A cada episódio da minha vida eu descubro uma força que não vem de mim, vem de Deus que me dá uma força e uma guinada para sempre recomeçar e renascer com alegria. A vida é um presente, a esperança nos faz viver feliz, as dores ficaram para trás e a remissão virá. Dor compartilhada é dor diminuída, tenham fé e sigam em frente. Renascimento, a vida é um presente!

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

É simples, preencha o formulário no link http://ow.ly/gGra50nFGJp

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