Que alívio partilhar esse meu caminho do milagre com vocês

Vocês mamãe não desistam do seu filho! Dor é dor e tem que ser tratada.

Olá ! Venho aqui partilhar com vocês a minha luta até descobrir finalmente que meu filho tem a artrite. Tudo começou em outubro de 2018, logo após o dia das crianças.

Meu filho (10 anos) teve três dias de febre, dores nos joelhos, tornozelos e machas como se fosse dengue em seu corpo. Passado os dias as dores do joelho e tornozelos aumentaram tanto, ao ponto dele não conseguir andar. Foi aí que levei ele ao Hospital Esperança-Olinda-PE. Lá foram feitos exames de sangue e o resultado foi que ele estava com uma virose e que voltasse lá no outro dia para fazer novamente o hemograma.

Nesse dia o meu filho com muita dor pediu para ficar internado, por não suportar tanta dor. Ele também tinha uns choques muito forte nas penas. Nesse dia eu disse: não saio daqui com meu filho assim!

Ficamos lá por 17 dias. No decorrer desse tempo, foi feito diversos exames, ressonância, o exame que tira o líquido da coluna ( esqueci o nome agora) eletroneuromiografia, várias sorologias, fator reumatoide e todos esses exames davam normal. Foi então que o neurologista que estava avaliando ele, deu o diagnóstico de dor psicogênica, coisa que nunca aceitei pois meu filho nunca teve algo psicológico, sempre foi uma criança tranquila.

Daí eu disse: não é possível! Isso ele (o médico) começou a prescrever remédios controlados : amipliquitilina , gabapetina e por aí vai. Nada da dor do meu filho passar. Coisa que só afirmava a minha certeza que não era nada da mente dele. Lembro que até falei: Doutor isso não é uma artrite? – Ele, não por o exame de sangue não diz que tem.

Daí eu disse : mas há doenças reumatológicas que não dá em exames, são sintomáticas. Mas ele se negou a ver. Passou esses 17 dias e meu filho do mesmo jeito. Ele fez outra eletroneuromiografia que deu tudo sem alterações. Ele deu alta médica com encaminhamento para um psiquiatra pediatra. Fui a médica e lá ela constatou que meu filho não tinha nada psicológico e sim uma atrite nos pés.

Fui à procura de um reumatologista pediátrico, coisa que é muito difícil aqui em Recife, pelo plano de saúde Amil. Achei um único reumatologista disponível. Cheguei lá com meu filho nos braços, foi quando ele examinou e disse que era artrite.

Nisso, ele me deixou no escuro. Por ser muito idoso, ele mal falava e tinha dificuldade para escrever. Receitou um comprimido de reuquinol + meloxicam. E não me disse mais nada. Chegando em casa dei o reuquinol , gente do céu, foi o pior dia da minha vida, pensei que ia perder meu filho. Ele teve praticamente todos os efeitos colaterais possíveis.

Depois dessa noite terrível suspendi o uso do reuquinol e fiquei só com meloxicam. Fui a procura de outro médico. Todo esse tempo meu filho sem andar e com dores. Em janeiro de 2019 dia 7 exatamente, ele voltou a andar. Foram 84 dias com dores e sem se locomover. Nesse intervalo de tempo estava a procura de outro reumatologista.

Ele voltou a andar, ir a escola, mas sempre reclamava dos tornozelos e joelhos. Agora na semana santa as dores veio aumentando, ao ponto de ter fortes dores e não ter forças para suportar a dor e andar. Foi aí que paguei um reumatologista e ele deu novamente o diagnóstico de Artrite reativa. Passou o metrotexato , scaflan, ácido fólico, ômega três e vitamina D.

Logo na semana seguinte a Amil me disponibiliza outro reumatologista, fui com meu filho e ele também deu o mesmo diagnóstico. Passou uma injeção de duo Decadron e um comprimido de Dexador. Meu filho ainda continua sem andar por conta das dores, está na fisioterapia segunda, quarta e sexta. Nas sextas faz acupuntura.

Vou retornar ao médico com a esperança que ele ajuste ou mude a medicação para dor e ele volte a sua rotina normal. Ele chora querendo ir as aulas. Ufa! Que alívio partilhar esse meu caminho do milagre com vocês. Desejo em breve vim aqui comunicar que ele voltou a andar.

Vocês mamãe não desistam do seu filho! Dor é dor e tem que ser tratada.

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

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