Pacientes em Campinas padecem com falta de medicamento para artrite reumatoide

A falta da Leflunomida, nas farmácias de alto custo , tem causado transtornos e muita dor em quem necessita do medicamento usado no tratamento da artrite reumatoide.

A falta da Leflunomida, nas farmácias de alto custo , tem causado transtornos e muita dor em quem necessita do medicamento usado no tratamento da artrite reumatoide moderada a grave e na artrite psoriática.

A doença acomete principalmente a população feminina acima dos 40 anos de idade e atinge todo tipo de articulação do corpo, como as mãos, pés e ombros. Se não tratada pode causar danos irreversíveis e incapacitar a pessoa a realizar tarefas simples como caminhar, pegar um talher, entre outras atividades cotidianas. A doença causa também deformidades.

A aposentada Maria das Graças Pinto, sofre com o problema a vários anos. Ela mora no Distrito do Campo Grande e todo mês tem que se deslocar até a farmácia de alto custo no bairro Ponte Preta  para pegar o medicamento que tem direito, pois com o salário que recebe ,não tem condições de comprar. O problema é que o produto está em falta.

Sem a Leflunomida, a aposentada é obrigada a usar outro medicamento para aliviar as dores.

Segundo o médico reumatologista  do Hospital Vera Cruz de Campinas,  André Marun, o uso de analgésicos e qualquer outro tipo de medicamento para aliviar a dor provocada pela artrite reumatoide só vai aumentar ainda mais o problema. De acordo com ele a reintrodução do uso do medicamento, depois de certo tempo, nem sempre tem a mesma eficacia e pode aumentar os efeitos colaterais.

Em nota encaminhada a equipe de reportagem, a Coordenadoria de Assistência Farmacêutica do Estado informou que a Leflunomida é adquirida e distribuída pelo Ministério da Saúde aos Estados. No ano passado, a pasta solicitou 1,5 milhões de comprimidos para o atendimento dos pacientes no 1º trimestre de 2019. Porém, o órgão federal enviou 797,2 mil unidades, até o momento.

As remessas parciais foram recebidas pelo governo do estado em fevereiro e também na segunda semana deste mês março. A nota informa ainda que e as farmácias de alto custo estão sendo reabastecidas com o medicamento até o final desta semana e a medida que chegarem novos quantitativos, a pasta fará a redistribuição.

Fonte: Portal CBN Campinas

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