O importante é fazer o tratamento certinho, não se deixar abalar com as dores, porque elas vão passar aos poucos

Oi, Meu nome é Isabelle e descobri que tenho artrite reumatoide a menos de 1 ano. Um dia acordei com o dedo indicador inchado, vermelho e doendo muito, achei que tivesse dormido em cima dele. No outro dia novamente e assim o inchaço começou a se espalhar por todos os meus dedos, pulsos, joelhos, tornozelos e pés de forma muito rápida. Na cidade onde moro não tinha reumatologista, então, procurei um clínico geral.

Fiz vários exames e neles o fator reumatoide sempre estava alterado. De cara o médico me diagnosticou como portadora de lúpus. Meu mundo caiu nesse momento. Só sabia chorar! Mas estava relutante, não queria acreditar e não tomei a medicação que ele passou. Tomei vários anti-inflamatórios o que me aliava um pouco. Nesse tempo, já não conseguia escrever, subir escadas e até mesmo sentar no vaso para fazer xixi.

Era uma tortura! Depois de um mês, quando não aguentava mais, procurei o médico da família, realizamos novos exames e ele me diagnosticou com artrite reumatoide. Iniciamos o tratamento com metotrexato e um manipulado com vários anti-inflamatórios e corticoides. As dores aliviaram muito pouco, aliás, elas até se espalharam mais, atingindo meu maxilar, que eu não conseguia nem comer mais de tanta dor para abrir a boca.

Depois desse tempo, resolvi procurar um especialista em outra cidade, que foi minha luz. Fizemos vários exames novamente e graças a Deus, minhas cartilagens ainda estavam preservadas. Continuamos com o metotrexato, iniciamos um biológico (xeljanz) e um manipulado de anti-inflamatórios e corticoides. Hoje já faz 5 meses que estou seguindo esse tratamento, me sinto bem melhor.

Já voltei a fazer algumas atividades cotidianas e caminhadas para voltar a praticar exercício físico. As dores aparecem alguns dias, mas com menos intensidade que antes. O apoio que tive da minha mãe, avó, tio e namorado foram extremamente importantes para a minha melhora. Meu psicológico ficou acabado, tive medo de nunca mais andar e também de engordar devido ao corticoide.

Hoje já me sinto mais forte e mais segura para falar do assunto. O importante é fazer o tratamento certinho, não se deixar abalar com as dores, porque elas vão passar aos poucos. É importante que a gente não deixe de tomar os medicamentos de forma correta. Depois que iniciei a atividade física leve senti uma melhora na disposição e na autoestima. É uma caminhada difícil mas vamos vencer!

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

É simples, preencha o formulário no link http://ow.ly/gGra50nFGJp

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