Me reconheço como vitoriosa e aprendo a viver e conviver com minhas limitações todos os dias.

Quando tinha uns 15 anos, minhas mãos e joelhos começarão a doer e inchar. Fiz tratamento com um clínico geral durante 3 anos usando benzetacil. No começo ajudava, mas depois de um determinado período, piorou as dores, e tive uma queda de cabelo intensa. Fui para um reumatologista. Então tive o diagnóstico de Lúpus. Iniciei o tratamento usando corticoide e cloroquina. Nunca mais fiquei sem sentir dor.

Também descobri um hemangioma e alterações de algumas enzimas do fígado. Depois de anos, chegou os imunológicos, e iniciei tratamento com tocilizumabe que fez com que a doença entrasse em remissão. Usei por anos, até que as dores pioraram muito, alguns dedos ficaram tortos.

Hoje meu diagnóstico é de síndrome de sobreposição (lúpus e artrite reumatoide). Usei leflunomida (arava) e não resolveu muito. Então usei rituximabe e meu fígado piorou muito e as dores estão fortíssimas. Estou tomando leflunomida novamente até chegar o período do pico do rituximabe.

Não conheço mais o que é ficar sem dor e sem tomar nenhum medicamento.

Meu nome é Leandra. Somos muito especiais. O cara lá de cima, só põe em nossas vidas, o que damos conta de vencer. Vencemos todos os dias.

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

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