Hoje eu dou mais valor a minha vida e as pessoas que me amam

Apesar dos pesares eu não deixo de acreditar que a nossa vida tem uma existência maior.

Olá! Me chamo Taynara tenho 23 anos sou portadora de AR há 1 ano e meio. Eu morava no Brasil e decidi visitar minha tia na Europa, Holanda. Lá é muito frio, fui na época do inverno, eles falam que para você se adaptar ao inverno deles é preciso enfrentar 3. A princípio fui para passeio por 3 meses, comecei a sentir fortes dores no pé, mas pensei que fosse coisa atoa. A previsão do meu retorno era por volta do dia 25 de Janeiro e decidi ficar até 02 de Fevereiro.

Eu não levantei mais da cama, meus dedos estavam enormes de tão inchados, meu pé, tudo em mim. Fui ao médico e fizeram muitos exames e com 3 meses tive o diagnóstico certo da artrite reumatoide. Eu não conseguia fazer nada, desde levantar, escovar os dentes, me senti uma criança pois quem cuidava de mim era minha tia, até mesmo a minha roupa era ela que colocava. Me sentia incapaz, meu mundo desabou, principalmente após ouvir do médico: “é uma doença crônica, não tem cura.”

Engordei 20 kilos, fiquei irreconhecível de tanto corticoide que tomava. Ainda tomo, mas em doses pequenas. Decidi voltar ao Brasil, a academia me ajuda muito, tenho meus dias cinzas e nublados, são dias que às vezes eu pergunto para Deus, porque eu? Eu era muito vaidosa e hoje eu não tenho mais isso, hoje eu aprendi a dar valor em tudo, desde um simples levantar, andar, escovar meus dentes, meus cabelos e segurar um copo.

Não entendo, fui passear e tentar uma vida e acabou acontecendo isso. Às vezes Deus escreve certo por linhas tortas, mas eu tenho certeza que tudo tem um porquê, nada na nossa vida é por acaso. Hoje eu dou mais valor a minha vida e as pessoas que me amam. Procuro manter meu emocional mais equilibrado e meu espírito mais elevado em coisas boas que me fazem feliz.

Estou tomando metorexato e meu cabelo cai muito, quando eu penteio chego a chorar, mas tudo tem seu efeito. Nunca em minha vida imaginei algo assim acontecer comigo! Eu era super saudável e hoje tenho essa doença que me impossibilita de fazer várias coisas, tenho AR nas mãos e tudo que fazemos precisamos de nossas mãos.

Está sendo um desafio e tanto, o emocional é muito importante. Terminei um casamento de 7 anos, foi muito triste, mas não deixo de acreditar em dias melhores e tenho fé que isso vai passar. Graças a Deus existem pessoas ainda que se preocupam com o próximo e sentem o mesmo que sentimos, pois a maioria das pessoas só criticam, colocam dedo em nossa cara e pensam que estamos fazendo dengo, mas só quem tem sabe do que estou falando, então a união faz a força.

Não podemos desistir! Temos que querer mais de nós mesmos e procurar sermos pessoas boas umas para as outras. Apesar dos pesares eu não deixo de acreditar que a nossa vida tem uma existência maior, que nós mesmos podemos nos curar, a mente é o poder, mesmo que às vezes nos deixamos levar por coisas desnecessárias e que nos colocam para baixo.

Temos que permanecer com o pensamento positivo, pois coisas positivas atraem vibrações e coisa boas para nós!

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

É simples, preencha o formulário no link http://goo.gl/UwaJQ4

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