Esperança que fala!

Meu nome é Adriana, as dores nas costas desde os meus 23 anos. Muito ativa, esportes radicais, trabalho, faculdade, faxina em minha casa, mil aulas por semana. Em uma viagem a praia, a dor me pegou de jeito.

Fui medicada, “mal jeito”, ciático. Com 30 anos nasceram as gêmeas. Mas a correria era tanta que eu achava que a dor era de carregar as meninas, as malas, etc. Acabava tomando analgésicos, anti inflamatórios e seguindo.

Comecei a ter coceiras pelo corpo e muita dor nas juntas, também episódios esporádicos de diarreia sem motivos. Porém nunca associava isso tudo. Estava sempre com algo. Cinco anos atrás as dores pioraram,fadiga.

Essa me derrubou. Fibromialgia! Juntas inchadas, dor insuportável, vontade de morrer, não era depressão, era dor. Era cansaço! Não era problema espiritual, era físico! Não era fricote, não era moleza.

Fui a 5 reumatologistas e o último, rápido, certeiro. Após exames, o diagnóstico espondilite anquilosante e artrite psoriásica.

Tomo biológico secuquinumabe, MTX (odeio) e desmamei da prednisona. Dor? Todo dia! Dificuldade para levantar, para andar. Mas já estive pior. Tomei sete doses, início do tratamento. Esperança que fala!

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

É simples, preencha o formulário no link http://ow.ly/gGra50nFGJp

Doe a sua história!

 

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