Dia Mundial do AVC: saiba como se prevenir

Segundo o Ministério da Saúde, as doenças cerebrovasculares matam, em média, 100 mil pessoas ao ano no Brasil

Como maneira de conscientizar e, assim, ampliar a prevenção de uma das principais causas de mortalidade, o Dia Mundial do Acidente Vascular Cerebral (AVC) é celebrado na próxima terça-feira, 29 de outubro. Esta data oficial foi instituída pela Organização Mundial da Saúde (OMS), em 2006, em parceria com a Federação Mundial de Neurologia. “Conhecido popularmente como derrame, o AVC decorre de alterações do fluxo de sangue ao cérebro, podendo originar-se em uma obstrução de vasos sanguíneos ou da ruptura de um deles”, explica o diretor Médico da MedLevensohn, Dr. Alexandre Chieppe.

No primeiro caso, quando uma artéria fica obstruída e o sangue não chega a alguma área do cérebro, ocorre o Acidente Vascular Isquêmico. Esta causa é responsável por cerca de 80% dos casos de AVC, segundo o Ministério da Saúde. No caso do rompimento de vasos sanguíneos, ocorre a hemorragia intracerebral e o Acidente Vascular Hemorrágico, que é mais grave e tem altos índices de mortalidade. Mais de 100 mil brasileiros perdem a vida, ao ano, em decorrência de doenças cerebrovasculares.

“É importante alertar que a maioria dos casos de AVC isquêmicos pode ser evitada se houver acompanhamento e detecção das causas precocemente”, afirma o gerente de produto da MedLevensohn, Diego Hernandez. “Um dos principais fatores de risco para este problema é a Fibrilação Atrial [FA], uma arritmia muitas vezes assintomática, que gera coágulos na corrente sanguínea. Se eles são ejetados pelo coração, podem obstruir vasos que irrigam o cérebro”, explica Dr. Chieppe.

A FA aumenta em até cinco vezes o risco de AVC e se estima que dois milhões de brasileiros convivam com a arritmia, mesmo sem saber. “O AVC causado pela FA pode ser bastante grave, causando sequelas, como paralisia, alteração da fala e memória, ou até mesmo levando ao óbito”, diz Dr. Chieppe. De acordo com pesquisa publicada no European Heart Journal, em julho deste ano, pessoas com FA também apresentaram o dobro de risco de vir a desenvolver um quadro de demência.

Tecnologia para combater fator de risco

Este ano, a MedLevensohn trouxe ao Brasil um aparelho exclusivo, que possibilita rápida ação no paciente antes que a FA provoque consequências mais graves, como o AVC. Trata-se do Microlife AFIB, uma tecnologia que, mediante a uma simples aferição de Pressão Arterial, detecta este tipo de arritmia. “Acreditamos que, com a utilização do AFIB, o Brasil tem a possibilidade de reduzir a quantidade de casos de AVC na população”, afirma Hernandez.

Para o CEO da MedLevensohn, José Marcos Szuster, trazer inovação ao País é de extrema importância para reduzir o impacto de algumas doenças graves na saúde da população. “Este pequeno aparelho identifica, em poucos minutos, a presença da FA em um paciente. É interessante observar que, com um método simples e não-invasivo, um dos principais fatores de risco do AVC pode ser detectado com elevada acurácia e precisão. Os ganhos propiciados são imensuráveis pois, além de reduzir custos, ele salva vidas”, destaca o empresário.

Sintomas, fatores de risco e diagnóstico

Os principais sinais e sintomas dos AVC são dor de cabeça muito forte, de início súbito, paralisias de membros, perda súbita da fala, dormência na face, nos braços ou nas pernas, perda da visão ou dificuldade para enxergar. “Outros efeitos bastante comuns são as alterações na memória, no caso do AVC isquêmico, e náuseas, vômito e confusão mental, no caso do hemorrágico”, afirma o Dr. Chieppe.

Como fatores de risco, além da Fibrilação Atrial, estão tabagismo, diabetes, consumo de álcool e drogas, estresse, colesterol elevado, sedentarismo e hipertensão. O especialista orienta que, ao se suspeitar da ocorrência de AVC em uma pessoa, deve-se chamar ajuda médica com urgência para diagnóstico e início do tratamento o mais rápido possível. Mas, tão importante quanto o diagnóstico precoce, é identificar e controlar de forma efetiva seus fatores de risco. Prevenção ainda é o melhor remédio!

Fonte: Assessoria de Imprensa

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