A artrite não para minha vida

Fui mãe aos 17 anos. E depois que a minha filha nasceu comecei a sentir dores muito fortes nas pernas. Levei algum tempo para descobrir que se tratava da artrite reumatoide. Foi muito difícil, teve uma fase da minha vida que eu não conseguia nem pentear o meu cabelo, precisei muito da ajuda de outras pessoas para vestir minha roupa, por exemplo. Fiz tratamento com diversos medicamentos como prednisolona, leflunomida e o que eu tomo atualmente. As dores são diárias, principalmente nas articulações dos calcanhares e pulsos.  Queria ter uma melhor qualidade de vida, com um medicamento que não tivesse muitos efeitos colaterais. Procuro não parar a minha vida por causa da artrite, mesmo com dor eu trabalho, é o que eu mais gosto de fazer.

Me chamo Judite Maria, tenho 45 anos, convivo com o diagnóstico de artrite reumatoide há 19 anos, sou professora, moro no Rio de Janeiro – RJ.

Dor Compartilhada é Dor Diminuída“, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

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