Depoimentos

A espondilite não é capaz de apagar minha alegria

Tudo começou quando eu tinha 19 anos e meu olho direito amanheceu super vermelho, fui ao oftalmologista que diagnosticou como um “cisco”, mas esse olho só piorava… fui em outro oftalmologista e fui diagnosticada com uveíte, mas não investigaram a causa.

Depois disso comecei a ter dores insuportáveis que eu acreditava ser dores no nervo ciático, a vida seguiu assim até meus 24 anos quando meu joelho inchou e meu cóccix inflamou, fui a um ortopedista e ele disse que meu problema era no menisco e era preciso operar.

Operei e tive vários problemas pós-operatórios e quando procurei outro ortopedista ele então me disse que meu problema era reumatológico e me encaminhou.

Foi como conheci o Dr. Mario Puccineli que foi um anjo, me diagnosticou rapidamente com espondilite anquilosante e comecei o tratamento com Remicade. Fiquei ótima e me sentia excelente, nesse meio tempo me formei, me casei, viajei e fiz tudo que meu coração desejava.

Quando minha mãe faleceu, entrei em uma crise muito forte e desenvolvi artrose no quadril direito e tive que mudar de medicamento. Em 2018 já tomando Humira, engravidei e em janeiro de 2019 tive meu Gui… um bebezão de quase 4 kg que nasceu perfeito e super saudável, amamentei ele só ate os 4 meses por que a uveíte deu as caras.

Mas hoje sigo feliz cuidando de mim e da minha família, a espondilite não é capaz de apagar minha alegria.

Acredito que a dor sentida seja uma oportunidade para enxergar a vida de outra maneira!

Meu nome é Michelle, tenho 39 anos, convivo com o diagnóstico de Espondilite Anquilosante há 15 anos, sou Bacharel em Relações Internacionais e moro em São Paulo-SP.

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

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