A doença escondida dentro de nós

Não é fácil pois ninguém vê a doença, então não entendem porque manco, porque quase não saio na frente de minha casa.

Tudo começou com dores insuportáveis nas costas, em alguns exames descobri que teria que retirar a vesícula. Feito a cirurgia, as costas ainda persistiam, então o ortopedista pediu exame fan onde foi constatada na época AR que estava alterado. Ele então me encaminhou o reumatologista. Comecei a fazer vários raio-x, tomografias e foi nesse momento que apareceu tudo, espondilite, mãos e pés, problemas de articulações, coluna L3,L4 L4 5 bico de papagaio, pequeno descolamento do coxo femural, Artrite reumatoide generalizada, artrose generalizada.

Comecei com metotrexato,cálcio D, merticotem, e vários medicamentos para dores manipulados, até que cheguei na injeção biológica tomei por 4 meses. Me separei e fiquei sem convênio, fui ao UBS (SUS) passei por clínico e coloquei toda situação  para o médico, meu corpo já estava apresentando sequelas na perna direita e pescoço.

Estou até hoje aguardando um reumatologista, sem medicações, e com dores intensas nas costas, braços, tórax, joelho enfim, tudo dói, até mesmo meus dentes estão sendo atacados pela doença, pois o osso não aguenta e acaba amolecendo os dentes.

Quando fico muito tempo em pé minha perna direita dói como se estivesse entrando facas nos ossos, e quando fico algum tempo sentada e me levanto, meu quadril e coluna doem, tenho que sair mancando. Não posso exercer a minha profissão devido a doença. Não consigo auxilio doença e nem aposentadoria porque os peritos não olham para mim.

Está difícil, quem sustenta minha casa é meus dois filhos e sem medicação estou na fé em Deus para seguir. Não é fácil pois ninguém vê a doença, então não entendem porque manco, porque quase não saio na frente de minha casa. E assim que estou seguindo, ser pobre neste país não é fácil, e doente então, sem dinheiro para pagar médico, exames. Complicado!

Obrigada por me deixarem desabafar, infelizmente somos portadores de doença escondida dentro de nós.

Me chamo Elisabeth, tenho 52 anos, convivo com a doença há 4 anos, moro em São José dos Campos – SP.

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

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