Tenho Artrite Psoriásica e por causa do preconceito eu não pegava transporte coletivo

Eu sou Lúcio Batista, moro em Salvador/Bahia, descobri que tinha psoríase há dez anos atrás e hoje evoluiu para Artrite Psoriásica, faço tratamento no Hospital das Clínicas, a minha psoríase era muito agressiva usei várias fórmulas e nada, passei a fazer fototerapia foi melhorando as placas no corpo todo, não usava short, camiseta, não ia à praia. Por vários anos não pegava transporte coletivo por causa do preconceito.

Quando se agravou e virou artrite psoriásica, veio então um sofrimento maior, dores no pescoço, cotovelos, os pés as mãos começaram a endurecer os dedos, perdi 50% da libido, foras as enfermidades que vem por aí. Hoje estou tomando ENBREL de 50mg/ subcutânea, uma vez por semana, santo remédio: na terceira aplicação as placas já começaram a sumir.

Recebi três doses lotes do Enbrel pelo Programa Muito Bem Vindo, porque pelo SUS estava aguardando desde setembro e consegui agora em março de 2016, apesar de ter melhorado das placas na pele as dores continuam e é muito doloroso conviver com isso, hoje estou limitado para fazer muitas coisas.

Sou o Lúcio Batista, convivo com artrite psoriásica, tenho 50 anos, moro em Salvador/Bahia e trabalho como Técnico em Telefonia.

Dor Compartilhada é Dor Diminuída“, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

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