Os desafios da economia da saúde na era dos medicamentos biológicos e de alto custo

A busca por terapias menos custosas e efetivas é um dos grandes desafios atuais do sistema de saúde. Soma-se a esse cenário, o atual momento desafiador que o país vive em termos de investimentos para a saúde. É nesse contexto que gostaríamos de introduzir uma iniciativa da UCB Biopharma que financiou um estudo comparativo entre duas terapias biológicas para o tratamento da artrite reumatoide, que representa um marco no segmento dos medicamentos biológicos.

O estudo inédito Exxelerate, feito no formato Head-to-Head de comparação direta entre dois medicamentos biológicos de pacientes com artrite reumatoide, representa uma iniciativa que pode fazer a diferença nas contas da saúde em meio ao atual cenário político-econômico desafiador que vivemos.

Os resultados em relação à segurança e eficácia entre dois medicamentos de primeira classe traz alternativas interessantes não só aos pacientes, mas para a escolha do governo na compra de medicamentos.

Sendo, portanto, um divisor neste segmento. Isso significa que uma terapia biológica muito menos custosa que o líder do mercado, mas tão eficaz quanto, está à disposição do paciente.

Neste caso, a comparação feita foi entre o Humira®, medicamento atualmente comprado pelo governo para o tratamento de artrite reumatoide, e o Cimzia.

Os resultados mostraram que ambos têm a mesma segurança e eficácia, mas o Humira® apresenta um custo muito mais elevado.

Em paralelo, recentemente, o Governo autorizou reajuste de até 12,5% no preço de medicamentos no Brasil.

Com a junção desses temas, a UCB Biopharma realizou uma pesquisa inédita sobre economia da saúde, levando em consideração o atual cenário desafiador do país, inclusive no setor farmacêutico, e a importância de estudos comparativos para identificar melhores práticas quando se trata de soluções médicas mais baratas e com a mesma eficácia.

Abaixo maiores informações sobre o reajuste e sobre a UCB Biopharma  .

Sobre o reajuste no preço de medicamentos

  • Os remédios poderão subir até 12,5%, regra que vale desde o dia 1º de abril, de acordo com a resolução da Câmara de regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed).
  • A regulação é para mais de 9 mil medicamentos com preços controlados pelo governo.
  • Em 2014, o reajuste foi de 5,68% e em 2015 de 7,7%.
  • O reajuste veio de forma a compensar a inflação do período e o aumento dos custos pela alta do dólar e do valor da energia elétrica.
  • É a primeira vez que o governo autoriza um reajuste anual de preços acima da inflação.
  • Diferente dos anos anteriores, que foram 3 níveis de alta conforme o perfil de concorrência do medicamento, para 2016, o governo determinou apenas uma faixa de reajuste máximo para todas as categorias de medicamentos.
  • O índice de reajuste é calculado com base no IPCA, concorrência de mercado, produtividade da indústria farmacêutica e custo de produção.

Fonte: Gehosp Gestão Hospitalar

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Social media manager, digital influencer, blogueira, youtuber e redatora, ativista em saúde motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide há 7 anos, patient advocacy, mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

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