Ministro da saúde alerta que H1N1 é ‘doença grave’ e não confundir resfriado com gripe

O ministro da Saúde Marcelo Castro, classificou o H1N1 como uma “doença grave” e alertou para a população não confundir resfriado com gripe.

“É uma gripe muito grave, muito preocupante e é preciso as pessoas estarem alertas. Nós fizemos uma pesquisa no Ministério da Saúde e a imensa maioria das pessoas que morreram é porque não tiveram os cuidados necessários”, disse o ministro.

Marcelo Castro lembrou que surto de H1N1 foi  registrado mais cedo no País e por isso a campanha de vacinação teve que ser antecipada.
“Como teve um surto em São Paulo e também em Santa Catarina, Goiás, tivemos que antecipar a distribuição das vacinas. Até o dia 15 de abril já distribuímos 48% e até o dia 30 de abril estaremos abastecendo 100% todos os Estados com a vacina”.

Até o dia 9 de abril, o Ministério da Saúde já tinha registrado 153 mortes por H1N1 em todo o país. Ao todo, foram registrados 1.012 casos de síndrome respiratória aguda grave (SRAG) por influenza A/H1N1 até 9 de abril. A SRAG é uma complicação da gripe. A campanha nacional de vacinação contra influenza começa no dia 30 de abril e vai até 20 de maio, segundo o Ministério da Saúde.

A vacinação contra influenza no SUS é destinada a alguns grupos prioritários: crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes, mulheres que deram à luz há menos de 45 dias, idosos, profissionais da saúde, povos indígenas e pessoas portadoras de doenças crônicas e outras doenças que comprometam a imunidade.

Ele recomendou que o paciente com suspeita de H1N1 deve tomar  tamiflu nas primeiras 48h que é eficaz para barrar a doença.

“É importante que a população não confunda resfriado com gripe. Resfriado é uma coisa simples, que dar aquele mal estar, congestão nasal, lacrimejamento, coisa passageira. A gripe deixa a pessoa prostrada, dor de cabeça, dor no corpo, febre alta e a pessoa precisa precaver e tomar todas as providências”.

“Estamos recomendando que tome o tamiflu nas primeiras 48horas, que é a medicação eficiente e a pessoa tomando o remédio, tem grande probabilidade, dele se sair bem, e se não melhorar, o paciente deve  procurar um hospital. Um descuido pode levar a vida da pessoa porque é uma gripe muito grave”.

Fonte: Cidade Verde

 

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Social media manager, digital influencer, blogueira, youtuber e redatora, ativista em saúde motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide há 7 anos, patient advocacy, mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

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