Espero que a ciência evolua, que a medicação um dia seja menos agressiva e que possamos viver sem dor

Meu nome é Dryelle, tenho 31 anos e estou em fase de adaptação com a artrite reumatoide. Descobri a doença em março deste ano, após uma crise onde doía ombro (foco das minhas dores), cotovelos, pulsos e dedos.

No início achei que era por estar usando muito o celular ou computador, mas depois vi que algo estava errada. E aí procurar ajuda médica, fui direto ao reumatologista. “Mas por que você foi direto ao reumatologista e não procurou um ortopedista?”.

Vamos voltar no tempo, com 18 anos, início da faculdade, tive uma dor nas costas, que irradiava pela perna. O meu ortopedista me virou do avesso, e não achava nada que justificasse a dor, não naquela intensidade. Apenas um leve escoliose que poderia ser vista como uma leve variação anatômica apenas. Porém, sou do interior de Viçosa-MG e o ortopedista que me atendeu, é médico da minha família inteira, e ele resolve me perguntar se eu já havia feito exame de fator reumatoide, já que minha família tem muitos casos de reumatismo, e eu fiz o exame de fator reumatoide. E deu positivo na época, mas segundo ele, naquele momento eu n precisava me preocupar, mas que ficasse atenta.

E assim fui vivendo, depois de um ciclo bom de anti-inflamatórios e fisioterapia a dor nas costas parou e nunca mais tive nada.Até janeiro deste ano, quando o ombro começou a doer, cada dia de um lado, me lembrei da informação do ortopedista, e assim com base no meu histórico familiar, fator reumatoide positivo e Anti-ccp  considerável foi fechado meu diagnóstico.

Se disser que não sofri e que não venho sofrendo com a notícia estaria mentindo. Estou na primeira fase do tratamento, ainda ajustando as medicações, graças a Deus além do ganho de peso (5kg em 6 meses) e cabelo caindo, não tive outras reações adversas aos remédios.

Ainda tenho dor, que parece mais uma fraqueza do que uma dor, apenas no ombro direito. Não tenho filhos ainda, e estava mapeando engravidar nos próximos anos, mas agora vamos ter que esperar. Espero que a ciência evolua, que a medicação um dia seja menos agressiva e que possamos viver sem dor.

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