Você está no grupo de risco para desenvolver doença cardiovascular? Teste seus conhecimentos!

Muitos mitos rondam as doenças cardiovasculares, que já lideram o ranking das enfermidades que mais matam no mundo¹. Aprenda mais sobre elas e a relação com o diabetes tipo 2 no quiz abaixo!

Principal causa de morte no mundo , fazendo cerca de 17.9 milhões de vítimas todos os anos de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS) , as doenças cardiovasculares são um grupo de distúrbios do coração e vasos sanguíneos, que impedem a circulação normal do sangue pelo corpo. O ataque cardíaco – também conhecido como infarto -, a trombose venosa profunda (TVP) e o acidente vascular cerebral (AVC) são algumas dessas enfermidades¹.

Para saber se existe risco aumentado de desenvolver alguma dessas doenças, é importante ficar atento a alguns fatores de risco, como o diabetes tipo 2 (DM2)³, que atinge cerca de 425 milhões de pessoas no mundo4, sendo 13 milhões no Brasil5, ultrapassando a população que vive na cidade de São Paulo6. Além desse distúrbio metabólico, existem muitos outros indicadores que ajudam a determinar as chances de desenvolvimento de uma doença cardiovascular. Você sabe quais são eles? Faça o teste abaixo, teste seus conhecimentos e saiba mais!

1 – Qual doença aumenta de duas a quatro vezes as chances de sofrer um infarto ou AVC1?

a) Obesidade
b) Diabetes tipo 2
c) Hipertensão

Resposta:

b) Diabetes tipo 2. – O diabetes tipo 2 (DM2) é uma doença crônica causada pela dificuldade ou incapacidade de produção e uso de insulina pelo organismo, o que gera um descontrole nos níveis de açúcar no sangue7. Esse fenômeno causa um estado de inflamação que lesiona as artérias afetando alguns órgãos, entre eles o coração7.

“As consequências causadas pelo DM2 mais conhecidas são a insuficiência renal, o pé diabético ou perda da visão7. Porém, é importante salientar que esses pacientes apresentam8. Assim, até 80% dos pacientes com diabetes tipo 2 morrem em decorrência de uma dessas complicações cardiovasculares9, afirma o Dr. Rodrigo Noronha.

2 – Jovens também sofrem com risco cardiovascular?

a) Sim
b) Não

Resposta:

a) Sim. – A idade é um fator de risco não controlável, ou seja, quanto mais velho o indivíduo, maiores são os riscos cardiovasculares3, porém jovens também podem sofrer um AVC ou ataque cardíaco3. Segundo a Associação Americana do Coração, o estilo de vida levado quando criança e adolescente pode influenciar no desenvolvimento das doenças cardiovasculares na vida adulta: se um jovem é obeso, ou tem diabetes tipo 2, as chances de sofrer uma complicação cardiovascular aumentam ainda mais3.

3 – Qual dos fatores abaixo pode ser controlado, diminuindo os riscos cardiovasculares?

a) Sexo
b) Idade
c) Estilo de vida

Resposta:

c) Estilo de vida. – Hábitos como tabagismo, sedentarismo, consumo excessivo de álcool e dietas não saudáveis são fatores de risco10. A mudança no estilo de vida ajuda a diminuir as chances não só de sofrer um ataque cardíaco ou AVC, como também auxilia no controle de outras doenças como o diabetes tipo

Praticar uma atividade física regular e seguir uma dieta balanceada, por exemplo, são ótimas maneiras de evitar o colesterol alto, além de auxiliar no controle da pressão arterial e na manutenção de um peso saudável10. Em alguns casos, o médico pode aliar essa mudança de hábito com um tratamento medicamentoso que pode proteger o coração de pacientes com diabetes tipo 212.

4 – As doenças cardiovasculares são hereditárias?

a) Sim
b) Não
c) Somente o ataque cardíaco

Resposta:

a) Sim – Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos (CDC), fatores genéticos podem influenciar de alguma forma na pressão arterial, nas doenças cardiovasculares e em outras enfermidades. E quando a hereditariedade é somada a um estilo de vida não saudável, as chances de sofrer uma doença do coração aumentam consideravelmente11.

“É importante ressaltar que quando há casos de infarto, ataque cardíaco, AVC, entre outras doenças, na família, é preciso ter cuidado redobrado com a saúde do coração11. Controlar os fatores de risco, como o diabetes tipo 2, por exemplo, já uma maneira de prevenir possíveis complicações cardiovasculares”, pontua Dr. Noronha.

Como você foi no teste? Agora que você sabe quais são os fatores de risco das doenças cardiovasculares, fique atento aos sinais. A maioria dessas doenças pode ser prevenida por meio da mudança de hábitos e de condições nocivas à saúde, como o uso de tabaco, dietas não saudáveis, obesidade, falta de atividade física e abuso do álcool. Vale lembrar que, pacientes com diabetes tipo 2 têm o risco cardiovascular aumentado8, por isso é imprescindível que esses pacientes tomem cuidados redobrados com a saúde do coração.

Em pacientes com DM2, existem tratamentos modernos, disponíveis no Brasil, que ajudam a proteger o coração, reduzindo as chances de morte por complicações cardiovasculares12. Converse com seu médico sobre os melhores tratamentos para o seu caso, e junte-se ao Movimento Para Sobreviver.

O Movimento Para Sobreviver foi criado com o objetivo de alertar a população sobre a importância dos cuidados cardiovasculares, especialmente em pacientes com diabetes tipo 2. A coalizão é formada por sociedades médicas, associações de pacientes e laboratórios farmacêuticos – Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD), Associação Diabetes Brasil (ADJ), Associação Nacional de Atenção ao Diabetes (ANAD), Rede Brasil AVC e as farmacêuticas Boehringer Ingelheim e Eli Lilly do Brasil.

Saiba mais em: http://www.movimentoparasobreviver.com.br

Sobre a aliança Boehringer Ingelheim e Eli Lilly

Comprometidos com a saúde e a qualidade de vida dos pacientes com diabetes e suas necessidades durante todas as fases do tratamento, as companhias Boehringer Ingelheim e Eli Lilly decidiram, em 2011, unir forças e estabelecer uma parceria no segmento. Essa aliança alavanca os pontos fortes de duas das maiores empresas farmacêuticas do mundo. A Boehringer Ingelheim com seu compromisso com investimento em pesquisa e desenvolvimento de novos medicamentos de alto valor terapêutico para a medicina, aliada ao pioneirismo da Eli Lilly – com a primeira insulina comercializada em 1923. Ao juntar forças, as companhias demonstram ainda mais compromisso com os pacientes com diabetes. Para mais informações, acesse http://www.boehringer-ingelheim.com.br ou http://www.lilly.com.br.

Sobre a Boehringer Ingelheim

A Boehringer Ingelheim é uma das 20 principais farmacêuticas do mundo e possui cerca de 50.000 funcionários globalmente. Atua há mais de 130 anos para trazer soluções inovadoras em suas três áreas de negócios: saúde humana, saúde animal e fabricação de biofármacos. Em 2018, obteve vendas líquidas de cerca de € 17,5 bilhões e os investimentos em pesquisa e desenvolvimento corresponderam a 18% do faturamento líquido (mais de € 3,2 bilhões). No Brasil há mais de 60 anos, a Boehringer Ingelheim possui escritório em São Paulo e fábricas em Itapecerica da Serra e Paulínia. A empresa recebeu, em 2019, pelo terceiro ano consecutivo, a certificação Top Employers, que a elege como uma das melhores empregadoras do mundo por seu diferencial nas iniciativas de recursos humanos. Para mais informações, visite www.boehringer-ingelheim.com.br e http://www.facebook.com/BoehringerIngelheimBrasil.

Sobre a Eli Lilly and Company

A Lilly é uma organização global líder na área da saúde que une cuidado e descoberta para melhorar a vida para as pessoas ao redor do mundo. Foi fundada há mais de um século por um homem comprometido com a criação de medicamentos de alta qualidade que são essenciais e hoje permanece sendo guiada por essa missão em tudo o que faz. Ao redor do mundo, funcionários Lilly trabalham para inovar e entregar medicamentos que mudem a vida daqueles que precisam, melhorando o entendimento e o tratamento de doenças, e servindo a comunidades com voluntariado e filantropia. Para saber mais sobre a Lilly, acesse www.lilly.com.br.

Referências

1. Organização Pan Americana de Saúde. Disponível em: http://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5253:doencas-cardiovasculares&Itemid=1096. Acesso em junho de 2019.
2 . Organização Mundial de Saúde. Disponível em: http://www.who.int/cardiovascular_diseases/en/. Acesso em junho de 2019.
2 American Heart Association. Disponível em: http://www.heart.org/en/health-topics/consumer-healthcare/what-is-cardiovascular-disease/top-10-myths-about-cardiovascular-disease. Acesso em junho de 2019.
4 . International Diabetes Federation. Disponível em: http://www.idf.org/. Acesso em junho de 2019.
4 . Sociedade Brasileira de Diabetes. Disponível em http://www.diabetes.org.br/publico/. Acesso em outubro de 2018.
6 . IBGE. Disponível em: http://cidades.ibge.gov.br/brasil/sp/sao-paulo/panorama. Acesso em julho de 2019.
7 . Drauzio Varella. Disponível em: http://drauziovarella.uol.com.br/entrevistas-2/diabetes-entrevista/. Acesso em junho de 2019.
8 . Sociedade Brasileira de Diabetes. Disponível em http://www.diabetes.org.br/publico/para-voces/sbd-na-imprensa/1412-diabetes-e-sua-perigosa-relacao-com-infarto-e-avc
9 . Nwaneri C, Cooper H, Bowen-Jones D.Mortality in type 2 diabetes mellitus: magnitude of the evidence from a systematic review and meta-analysis. Br J Diabetes Vasc Dis. 2013;13(4):192-207
10 . Centers for Disease Control and Prevention. Disponível em: http://www.cdc.gov/heartdisease/healthy_living.htm. Acesso em junho de 2019.
11 . Centers for Disease Control and Prevention. Disponível em: http://www.cdc.gov/heartdisease/family_history.htm. Acesso em junho de 2019.
12 . Zinman B, Wanner C, Lachin JM et al. Empagliflozin, Cardiovascular Outcomes, and Mortality in Type 2 Diabetes. N Engl J Med. 2015; 373(22):2117-28.

Fonte: Assessoria de imprensa. 

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