Tenho Lúpus e suas complicações, mas acima de tudo, tenho fé

O lúpus me maltrata, minha luta é diária e constante.

Era moça, passando por muitos problemas e enfrentando uma depressão muito forte. Descobri uma gravidez que por sinal foi muito conturbada, foi ali que comecei a sentir os primeiros sintomas, dormia e acordava parecendo que havia levado uma surra, sentia febres todos os dias, emagreci muito, mas jamais imaginava, nunca tinha ouvido falar em Lúpus.

Um dia enquanto passeava, já em reta final da gestação, meu milagre, minha princesinha, senti uma forte dor no meu pé esquerdo, começou a inchar e doer e era insuportável. Fui levada para a maternidade e o ginecologista disse que nada podia ser feito, que teria que esperar o bebê nascer e depois procurar um ortopedista.

Naquele momento depois da medicações a dor passou, minha neném nasceu, e resolvi procurar um médico, me indicaram um reumatologista, pois havia a desconfiança de ser Lúpus. Cheguei ao consultório dele Dr Fabiano Barbosa meu médico até hoje com muito inchaço, principalmente nas mãos, já estava bem debilitada, a primeiro momento ele já me passou vários exames, alguns cheguei a repetir.

Então veio aquele diagnóstico do Lúpus, na hora eu fiquei muito atordoada, não sabia o que era aquilo, meu entendimento era zero sobre o assunto.

Quando li que meu cabelo poderia cair, sim, eu me preocupei com o meu cabelo, eu simplesmente desabei! Comecei a pesquisar sobre a doença, pois sabia que aquilo poderia até me matar. Bom meninas eu já era casada, mas nesse momento meu esposo me deixou, ele não aguentou a pressão, não me entendia achava que era frescura, não tinha nenhum apoio.

Os medicamentos vieram e a rotina mudou, as dores intensas chegaram e começou as várias internações, altas doses de medicações e de repente me vi em um corpo que não era eu, o LÚPUS me maltrata, minha luta é diária e constante.

Minha história e muito longa, estou aberta a conhecer mais pessoas e compartilhar.

Meu nome é Tatiane sou mãe, tenho 25 anos e tenho Lúpus e suas complicações, mas acima de tudo, tenho fé.

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

É simples, basta preencher o formulário no link 👉http://goo.gl/UwaJQ4

Doe a sua história!❤️

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