Seja esperançoso e siga o tratamento a risca

Meu diagnóstico foi um processo bastante demorado, e durou cerca de 3 meses para uma resposta definitiva. Em dezembro de 2016, após uma Chikungunya fortíssima, eu sentia que mesmo estando curada da doença as dores persistiam e atacavam minha coluna a ponto de me deixar dias em cima da cama sem conseguir achar uma posição confortável.

Esse período coincidiu com o começo do meu tão sonhado curso de Engenharia e isso foi o mais frustrante para mim, pois ao invés de me socializar com meus colegas, eu ficava cada dia mais reclusa poe causa das dores. Tudo começou quando decidi ir ao traumatologista que já acompanhava minha condromalácia patelar e ele pediu alguns exames, um deles o fator reumatoide: Positivo!

E então, me encaminhou para um reumatologista, e eu encontrei um anjo. De início me passou reuquinol, MTX, Ácido fólico, Prednisona e Vimovo e uma bateria de exames. Fiquei triste ao me ver tão dependente de tantos remédios, mas eles foram a minha salvação naquele momento. E aí veio o diagnóstico, Artrite Reumatoide, mas com FAN pontilhado grosso, o que passou a ser investigado como lúpus eritematoso sistêmico.

E o médico me encaminhou para o SUS, (pois sabia que apenas em um hospital bem equipado eu conseguiria fechar um diagnóstico confiável) um hospital da rede estadual do Ceará, o Hosp. César Cals. Lá encontrei médicos maravilhosos, que me acompanham muito bem e conseguiram fechar meu diagnóstico: Artrite Reumatoide e DMTC – Doença Mista do Tecido Conjuntivo.

No momento estou tomando apenas o MTX e o AF, e estou, como muitos pacientes, na espera ansiosa pela remissão. Perdi muito cabelo, emagreci cerca de 6,5 kg e quem me vê hoje nota bastante a diferença no meu corpo, hoje sou bem mais magra do que costumava ser (essa foto é atual).

Hoje sei lidar com os diagnósticos de maneira mais tranquila e aprendi a viver os dias bons da melhor maneira que eu posso, até aqui não foi fácil, mas o sentimento de superação a cada desafio é recompensador.

Tive sorte de ter pessoas que me apoiam, que me ajudam, e que de certa forma cooperaram para eu não desistir em tempos de crise e conseguir chegar onde eu estou, ano que terminarei meu curso, espero ser uma nova fase da minha vida, com diploma e remissão!

“Aos poucos a vida vai se encaixando e o que é nó vai virando laço.” Meu nome é Ítala.

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

É simples, preencha o formulário no link http://ow.ly/gGra50nFGJp

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