Se doer, não pare, insista!

Eu tenho fibromialgia desencadeada pelo o excesso de estresse no trabalho. Eu trabalhava no meio militar e até aí estava tudo bem, até ter que lidar com algumas pessoas bem difíceis. Fui fazer terapia para amenizar o estresse e fui para o psiquiatra que me alertou que eu estava sofrendo assédio moral por parte de alguns superiores, pois comecei a ter surtos de pânico, e não conseguir sair do carro para entrar no trabalho.

A pressão no trabalho, estava muito forte e meu corpo, estava me avisando. Enfrentei bravamente algumas pessoas e até fui elogiada por alguns superiores, porém, paguei um alto preço por ser “forte demais” e “destemida”. Passei anos com dores pelo o corpo e não imaginava o que fosse. Fiz muitos tratamentos sem sucesso. Até que tive uma crise severa de 2 meses. Passei por muitos médicos e eles foram me encaminhando um para o outro.

Até que procurei uma reumatologista militar e então, ela me deu o diagnóstico: Fibromialgia. Ela até demorou para fazer o diagnóstico, porque não tenho perfil depressivo. Tomei um medicamento para fibromialgia. Antes disso eu ia para a emergência do hospital e tomava morfina melhorada e a dor não passava. Eu sempre tive em mente: “não nasci com isso e não vou morrer com isso”.

Como eu tinha uma dor concentrada nos pés e eu corria, procurei um médico do esporte (do UFC). Ele se chama Dr. Gustavo Orrico. Ele me ensinou que eu devia insistir nos exercícios físicos. Ele me orientou que mesmo na crise da dor, é que eu devia insistir nos exercícios. Fiz balé desde criança até o início da fase adulta e ele me ensinou a superar os limites.

O Dr. Orrico me disse que fazia muito sentido pelas superações que passei no esporte. Então, fiz osteopatia e comecei o pilates. No primeiro mês, eu fazia quase chorando de dor. Fui persistente e sempre lembrava das palavras do médico e também me motivava com meu próprio pensamento; “não nasci com isso e não vou morrer com isso”.

Troquei de serviço, saí da área militar e fui para a área docente, que eu sempre amei. Depois de 6 meses de tratamento, me senti “curada”. Tive uma recaída uns meses depois, porque uma pessoa me deixou nervosa de repente, e essa pessoa já tinha trabalhado comigo naquele local e fez parte do meu estresse. Na hora, senti dores nos meus joelhos, mas eram tão fortes, que ela refletia por todo o meu corpo. Me afastei dessa pessoa e tive que ter paciência até a crise passar.

Depois do primeiro estresse que passei e que desencadeou a fibromialgia, percebo que minha tolerância a certas coisas e pessoas, diminuiu demais e meu sensor, me alerta  rapidamente de situações estressantes. Siga o conselho do Dr Orrico, não parar os exercícios físicos. Se doer, não pare, insista! E também, às vezes, é necessário trocar de serviço quando você se depara com algumas pessoas ou situações, que não estão condizentes com os seus princípios e que lhe colocam em duras provas, ultrapassando os seus limites.

Me chamo florzinha feliz!

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

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