Não posso parar nem perder o sentido de viver

Comecei a sentir dores nas mãos, ficavam vermelhas e quentes achava que seria tendinite, como todo mundo tem um pouco de médico rsrs, me auto mediquei com analgésicos e um amigo me indicou injeção, mas não estava adiantando, como gosto de dançar fui em um domingo e na segunda não levantei. Fui ao médico fiz exames e fui diagnosticada com AR, desde então engordei 20 kg devido o uso de corticóides, Metrexato e medicamento biológico. A doença estabilizou, mas todos os dias sinto dor, estou mancando e com deformidade inicial na mão mas não posso parar nem perder o sentido de viver, família e alguns amigos já sabem como me tratar e me ajudar. Cheguei a engravidar mas infelizmente tive Óbito Fetal com 8 meses de gestação, a criança era perfeita sem problemas, o problema é minha saúde. Mas bora viver, Grata a Deus e Nossa Senhora.

Me chamo Gleyce Vicente, tenho 36 anos, convivo com a artrite reumatoide há 6 anos, sou auxiliar fiscal, moro em Campo Grande – MS.

Dor Compartilhada é Dor Diminuída“, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

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