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Insônia pode ser sintoma ou doença, e a solução é quase sempre sem remédios

Thomas Edison, o pai da luz artificial, gabava-se de dormir apenas 4 horas por noite, considerava o sono perda de tempo e ainda encorajava seus colaboradores a se privarem do descanso noturno, habilidade essencial para trabalhar com ele. Um século depois, a ciência presta um “tributo” ao inventor. Afinal, a exposição exagerada à luz, na cama, pode levar à insônia, o distúrbio de sono mais comum que pode ocorrer ao longo da vida.

No passado, a dificuldade para dormir era considerada um sintoma de alguma doença mais importante, mas em 2005 a comunidade médica teve de revisar esse conceito. Observou-se que tal manifestação poderia estar presente muito antes de sinalizar uma enfermidade. Além disso, por vezes, a doença era diagnosticada, tratada, mas a insônia persistia.

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