Importância do paciente na prevenção de comorbidades nas doenças reumáticas

Organizações e pacientes de toda a Europa trabalham para a diminuição da ocorrência de comorbidades como agravantes da qualidade de vida das pessoas que convivem com doenças reumáticas

As comorbidades mais frequentes nas doenças reumáticas inflamatórias são as doenças cardiovasculares, obesidade, diabetes e a depressão. Os fatores de riscos para a ocorrências dessas comorbidades devem ser avaliados durante a consulta médica e o paciente precisa conscientizar-se de sua importância na mudanças da prevalência desses riscos.

Intervenções no estilo de vida, devem fazer prática dos hábitos diários de todo o paciente, como por exemplo: não fumar, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e aderir a uma dieta saudável associada a prática de atividade física.

Pensando nisso, a Sociedade Nacional de Artrite Reumatoide (NRSA) do Reino Unido, lançou a campanha “Love your Heart”, onde por meio de um vídeo interativo e online as pessoas com artrite reumatoide são conscientizadas sobre o seu risco aumentado para o desenvolvimento de doenças cardíacas.

O programa “Love your Heart” explica em termos simples as razões desse risco, levando a consciência do paciente para avaliar os seus fatores de riscos individuais, melhorando a comunicação com o seu médico e os capacitando para mudar seus comportamentos e alcançar um estilo de vida saudável.

Love your Heart pode ser consultado em: http://arma.uk.net/love-your-heart-with-nras/

A campanha Love you Heart, foi apresentada por Ailsa Bosworth, da Sociedade Nacional de Artrite Reumatoide do Reino Unido, que pode ser visitada no link: www.nras.org.uk/. A prevenção de comorbidades em pessoas com doenças reumáticas faz parte da campanha “Don’t Delay, Connect Today”.

Informações do programa para organizações e pacientes com artrite e reumatismo (PARE) do Congresso Europeu Anual de Reumatologia (EULAR 2017).

Referência:

Bosworth A SP0045 Do patient organisations have a role to play in preventing co-morbidities? Annals of the Rheumatic Diseases 2017;76:11.

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