Hoje levo uma vida normal, trabalho, pratico exercícios, faço acompanhamento a cada 3 meses, manutenção e exames.

Sou a Maria Eugênia e aos 28 anos comecei a sentir dores em toda a articulação. De início, sem informações ia para a emergência do hospital e apenas tomava paliativos. As dores foram se intensificando cada vez mais, e as coisas simples como pentear meu cabelo, fazer a higiene após usar o banheiro, abrir maçanetas e até andar se tornavam um martírio.

Até que em uma dessas idas a emergência uma médica bem atenciosa falou para procurar um reumatologista. Fui ao primeiro, segundo, terceiro e em 1 ano nada de melhora. Nesse tempo meu emocional cada vez mais abalado e até então nenhuma explicação.

Me indicaram ir para a consulta com uma reumatologista de uma clínica popular. Meio já descrente fui e saí de lá com receitas, pedido de exames, medicação que aliviavam as dores, medicação para ajudar na ansiedade e na segunda consulta meu médico que me acompanha há 13 anos diagnosticou AR.

Muito cauteloso me disse o que era e como seria o tratamento. Resumindo: Hoje levo uma vida normal, trabalho, pratico exercícios, faço acompanhamento a cada 3 meses, manutenção e exames.

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

É simples, preencha o formulário no link http://ow.ly/gGra50nFGJp

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