Hoje aceito minhas condições, aprendi a viver com AR e sei dos meus limites.

Ter paciência e motivação é fundamental.

Meu nome é Karla, tenho 30 anos. Quando comecei a sentir dores no meu dedo da mão direita e depois de um tempo começou a inchar, procurei um ortopedista pelo SUS que me encaminhou de imediato para fisioterapia sem fazer nenhum exame.

Fiz as sessões indicadas e voltei ao ortopedista que dessa vez me encaminhou à reumatologista. Passei vários meses até ter realmente o diagnóstico de AR. Depois disso segui o tratamento e voltei a ter uma vida tranquila e sem mais dores ou avanço da doença, parecia estar controlada. Depois de 4 anos sem sintomas da doença ela voltou a se manifestar e dessa vez com mais agressividade.

No final de 2015 comecei a sentir novamente dores e rigidez pela manhã, inclusive em meus dois cotovelos, me levando a deformidade forma muito rápida. Hoje eu tenho deformidade óssea nos dois cotovelos e em alguns dedos das mãos. Mesmo seguindo o tratamento, ainda não estou em remissão.

Perdi o emprego, pois comecei a apresentar os sintomas da doença e por isso fui demitida. Não pude mais trabalhar porque a função que eu exercia era a mais leve possível. Cheguei a um estágio de quase depressão, porque dependia das pessoas para tudo, meus braços enrijecidos não me permitiam fazer quase nada, incluindo me vestir.

Hoje aceito minhas condições, aprendi a viver com AR e sei dos meus limites. Faço uso de biológico e também de corticoide oral. Ter paciência e motivação é fundamental.

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

É simples, preencha o formulário no link http://goo.gl/UwaJQ4

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