Estou bem melhor, lutando por mais vida graças a Deus

Meu nome é Elizangela Nascimento , sou bordadeira. Antes de ser diagnosticada, tive várias idas e vindas há médicos aqui da minha cidade, Teixeira de Freitas. BA. Começou com dores no punho e joelhos. Eram dores de chorar. As sentia todos os dias, as dores eram tão fortes, parecia que ia morrer de tanta dor.

Minha mãe resolveu me levar em um ortopedista, e lá ele falou que poderia ser Lúpus. Nunca tinha ouvindo falar, mas ele me passou vários exames e indicou um Reumatologista da cidade, que por sinal era o único. Fiz uma bateria de exames. Passou alguns dias e fui buscar o resultados e levar ao reumato, bomba! Era mesmo Lúpus.

Fiquei sem ação, ele me explicou o que era e como seria minha vida daquele dia em diante! Gente parece que foi o despertar, porque assim que foi diagnosticado, até então, era somente dores constantes. Meus dedos veio a gangrenar e precisei perder as pontas deles. Meus cabelos começaram a cair e comecei o tratamento com: corticoides e outros remédios.

Foram 06 anos de tratamento intenso, 20 kg a mais, meu relacionamento chegou ao fim, depressão, auto estima lá embaixo. Eu já tinha um filho antes do diagnóstico e foi meu alicerce para lutar por minha saúde.

Comecei a me cuidar mais, comer comidas saudáveis e a fazer exercícios. Mudei de reumato, havia chegado uma nova reumatologista na cidade com boa referências. Minha anja Dra Laila, diminuiu todos os remédios, pedir 10 kg e comecei namorar. Engravidei e fui morar com o pai da minha filha, mas como nem tudo é flores, sempre com dores, a síndrome de Renault sempre atacava meus pés e mãos.

O casamento abalou meu emocional foi para baixo e o Lúpus que estava estacionada voltou. Agora tenho doenças mistas, a esclerodermia atacou o pulmão, estou com uma pequena fibrose, também tive trombose no braço direito e estou fazendo pulsoterapia.

Estou bem melhor, lutando por mais vida gracas a Deus! Tenho muita fé e uma família abençoada. Muita fé, persistência, nunca desista. Se cuide e viva a vida. Faça também exercícios físicos!

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

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