E quando me bate o desespero, faço o que mais amo, ajudo ao próximo

Me chamo Laydmara Esmeraldo, tenho 33 anos e sou de Fortaleza – CE. Não tenho mais meus pais, mas eles foram para mim exemplos de garra, coragem e determinação. Sempre amei a prática de esportes como handball e lutas marciais. Sou apaixonada pela música, pela arte e pela profissão de socorrista. Descobri a AR em 2013 após um campeonato de May Thai que competi.

Sofri uma lesão e não levei a sério, achava que seria apenas uma luxação devido aos impactos e comecei a me automedicar. Com o passar dos dia as medicações não respondiam mais. Em uma bela manhã não consegui me mexer, foi quando resolvi abrir o jogo e chamei o meu irmão. A priore fomos a um neurologista, achando que seria por conta da lesão na cervical devido ao campeonato. Feito alguns exames de imagens, comecei um tratamento com Arcoxia.

Ele até respondeu nos primeiros dias, consegui voltar a trabalhar e dar continuidade a minha rotina. Logo em seguida, a crise veio pior, muita dor na cervical, nas mãos e nos pés. Minha irmã me levou a um infectologista que cuidava da minha mãe, há minha mãezinha era portadora de AR e faleceu em 1999.

Ele me encaminhou ao reumatologista e disse que a probabilidade de ser o mesmo diagnóstico da minha mãe eram enormes. Me bateu um desespero, me veio muitas lembranças da minha mãe, evidentemente naquela época a medicina para os portadores de AR não era tão avançada como hoje. Foi então que conheci o reumatologista Dr.Andre Xenofonte, médico que me trata até hoje.

Foi extremamente atencioso com o meu estado físico e emocional. Me explicou todos os processos, me passou os exames e me orientou a não procurar a internet, porque também existia a possibilidade de ser lúpus. Após feitos os exames e com o meu diagnóstico de AR fechado, meu mundo desabou, caí em lágrimas.

Comecei o tratamento tomando as medicações Predisim, acido fólico, reuquinol, Tecnomete, cálcio, etc. No começo respondeu, mas logo criei resistência e vieram as crises e mais crises. Comecei a ganhar muito peso, fiquei extremamente depressiva ao ponto de tentar suicídio, há alguns meses atrás. Isso mesmo! Quanto desespero.

Entrei na medicação biológica e respondi bem ao tratamento, mas infelizmente desde o mês passado criei resistência e estamos investigando outra saída. Hoje, tenho tanta fé que mesmo com todas as minhas limitações, eu não irei mais desistir e quando me bate o desespero, faço o que mais amo, ajudo ao próximo.

Tenho um projeto social com moradores de rua e isso me fortalece, me engrandece e me faz sentir viva. Obrigada á todos vocês por essa corrente de fazer o bem. Sejamos luz e plantemos amor e paz. Obrigada a minha família, meu namorado, meu médico e a todos que me apoiam diariamente nessa batalha contra AR.

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

É simples, preencha o formulário no link http://ow.ly/gGra50nFGJp

Doe a sua história!❤

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