Dermatite atópica na semana mundial da alergia

A Semana Mundial da Alergia será celebrada este ano entre os dias 22 e 28 de Abril com o tema Dermatite Atópica. O objetivo é aumentar a conscientização e o entendimento sobre a doença, que atinge 20% das crianças e 3% dos adultos¹, alertando para os prejuízos causados à qualidade de vida, a importância dos cuidados constantes com a pele, diminuição do preconceito e novas opções de tratamento.

O que acha de fazer uma pauta sobre o assunto? Caso tenha interesse, temos fontes disponíveis para entrevistas.

A dermatite atópica, uma doença inflamatória e crônica, é normalmente associada apenas a uma condição de pele comum da infância, mas pode prevalecer por toda a vida, demandando controle contínuo e prolongado.

Por conta dos sintomas, que incluem coceira intensa e incontrolável, pele seca, vermelhidão, lesões e rachaduras, a dermatite atópica gera grande impacto a qualidade de vida e, nos casos moderados a graves, pode ser altamente debilitante. Quadro de ansiedade e depressão estão presentes em 51% dos pacientes, que também relatam dificuldade em dormir cinco ou mais noites por semana (55%) e também interferência na produtividade (77%)².

No final de 2017, a Anvisa aprovou uma nova terapia para o tratamento da dermatite atópica moderada a grave em pacientes adultos. Dupixent® (dupilumabe) é o primeiro medicamento biológico específico para tratamento da doença. Com um mecanismo de ação único, ele bloqueia os agentes que iniciam o processo inflamatório em pacientes com a doença, controlando a doença e seus sintomas com bom perfil de segurança em longo prazo.

Para mais informações sobre a Semana Mundial da Alergia:

http://www.worldallergy.org/resources/world-allergy/world-allergy-week-2018

Referências

1.S. Nutten. Atopic Dermatitis: Global Epidemiology and Risk Factors. Ann Nutr Metab 2015;66(suppl 1):8–16

2 Simpson EL et al. Patient burden of moderate to severe atopic dermatitis (AD): Insights from a phase 2b clinical trial of dupilumab in adults. J Am Acad Dermatol. 2016 Mar; 74(3): 491-8

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