Aceitem o diagnóstico, leiam mais sobre o assunto mas não deixe que a doença defina quem você é de verdade

Hoje eu estou muito melhor.

Meu nome é Paula Monteiro, sou advogada e professora. Tenho 41 anos e sou de Rio Verde – Goiás. Tenho artrite reumatoide há dois anos e meio. Tudo começou depois de uma longa temporada de dores articulares. Tomei vários remédios que amenizavam a dor e nunca resolvia. Trabalhava a tarde porque pela manhã era impossível movimentar com a rigidez matinal.

O mau humor era notável porque a dor não passava apesar dos diversos remédios que eu tomava inclusive os mais fortes como o paco. Fiz 25 sessões de fisioterapia mas a dor continuava. Tratava o problema como se fosse tendinite e bursite.

Foi quando o fisioterapeuta me alertou que rigidez era sinal de reumatismo e me indicou um ótimo médico que diagnosticou a princípio doença do colágeno indiferenciado porque eu mesclava com sintomas de outras doenças.

Hoje estou muito melhor. Aprendi a conviver de certa forma com a dor. Em dia um dedo dói, no outro é o punho, no outro é o ombro e por aí vai, mas também acontece de acordar sem dor alguma.

Tenho trabalhado muito minha ansiedade já que é um dos gatilhos para evitar que a dor volte.

Hoje faço o controle com Reuquinol e estou no processo de desmame do corticoide que tomo há 1 ano e meio sem parar.

Paciência. Aceitem o diagnóstico, leiam mais sobre o assunto mas não deixe que a doença defina quem você é de verdade.

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

É simples, basta preencher o formulário no link 👉http://goo.gl/UwaJQ4

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