Eu não entendia bem o que estava acontecendo comigo. Era algo completamente novo, e senti muito medo — medo do que via nas imagens na internet e dos relatos de outras pessoas que enfrentavam a mesma condição.
Com o tempo, aprendi a lidar melhor com a doença, com os tratamentos, com as dores e com essa nova versão de mim mesma. Inicialmente, fiz uso de corticoides, que ajudaram a estabilizar os sintomas. Depois, iniciei o tratamento com metotrexato e ácido fólico. O começo foi bastante desafiador: enfrentei enjoos intensos e uma perda de peso significativa. Ainda assim, com disciplina e acompanhamento médico, consegui me adaptar e manter uma rotina de cuidados adequada.
Emocionalmente, o diagnóstico me abalou muito no início. Senti medo, insegurança e uma sensação de impotência. Hoje, embora ainda existam dias difíceis, consigo encarar minha condição com mais serenidade e força. Aprendi a respeitar meus limites e a cuidar melhor de mim mesma. A convivência com a artrite me transformou profundamente, trazendo maturidade, resiliência e um novo olhar sobre a vida.
Meu conselho para quem está começando a jornada de convivência com uma doença reumática é: “No começo, tudo pode parecer assustador, mas, com o tempo, você vai descobrir a sua força. Tenha paciência com o processo, siga o tratamento com responsabilidade e, acima de tudo, seja gentil com você mesmo. Cada passo conta, mesmo os mais lentos.”
Meu nome é Rebeca, @rebecca_moura_, tenho 22 anos, convivo com o diagnóstico de Artrite Reumatóide desde os 13 anos de idade, sou estudante de psicologia, moro em Crato, Ceará.
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