Quando comecei a sentir as primeiras dores, fazia exatamente uma semana que eu tinha dado à luz ao meu segundo filho. No início, eu não entendia o que estava acontecendo. Sentia dores nos ombros e no pescoço e achava que era por amamentar em uma posição inadequada ou pela falta de sono.
Mas as dores foram piorando rapidamente. Chegou um ponto em que eu já não conseguia me sentar ou levantar sozinha. Para amamentar, precisava que alguém colocasse meu bebê no meu colo. Era uma dor intensa, no corpo todo — algo que eu nunca tinha sentido antes.
Um dia, acordei com as articulações dos dedos das mãos completamente inchadas e sem movimento. Foi então que consegui uma consulta com um reumatologista. Apenas 16 dias após os primeiros sintomas, recebi o diagnóstico de artrite reumatoide.
Junto com o diagnóstico, veio também uma decisão muito difícil: eu precisaria interromper a amamentação para iniciar o tratamento.
Depois de muita pesquisa, meu médico indicou o uso de certolizumabe. Graças a Deus, já estou em tratamento há dois anos e sigo rumo à remissão da doença.
Não foi fácil. Passei por muitas situações desafiadoras, mas em nenhum momento me resumi à doença. Hoje, consigo treinar, correr com meus filhos e levar uma vida quase normal.
A doença não me define — eu sou muito mais do que um diagnóstico.
Meu conselho é: não se pergunte “por que isso está acontecendo comigo?”. Seja forte e tenha coragem, porque até os dias mais difíceis passam.
Meu nome é Taiane Barrachi @taibarraki, tenho 30 anos, convivo com o diagnóstico de artrite reumatoide há dois anos, sou contadora e moro em Ribeirão Preto, São Paulo.
“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!
É simples, preencha o formulário no link https://forms.gle/BdGhzv1pQj58MiVv9
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