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Todo mundo tem lipedema? Médicos criticam o excesso de diagnósticos e a venda de falsas soluções

Com a popularização do quadro nas redes sociais, especialistas alertam para diagnósticos errados e indicação de tratamentos sem respaldo científico

por Priscila Torres
11/03/2026
em Notícias
Todo mundo tem lipedema? Médicos criticam o excesso de diagnósticos e a venda de falsas soluções

Ao rolar o feed em redes sociais, é provável que você já tenha se deparado com alguém dizendo ter lipedema. Somente a tag #lipedema tem 580 mil posts no Instagram e 122 mil no Tiktok, fora demais variações. Nos vídeos, mulheres mostram suas pernas, geralmente focando no tamanho ou celulite. Mas especialistas alertam que o conjunto de sintomas que caracteriza a doença é mais complexo do que o que se vê nas redes.

Em meio ao “boom” de interesse e desinformação, o mais grave é que muitas mulheres estão sendo diagnosticadas com lipedema sem ter a doença, destacam os endocrinologistas Bruno Halpern e Roberto Zagury, da Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade e Síndrome Metabólica (Abeso).

De acordo com Halpern, vice-presidente da entidade, os diagnósticos errados têm sido acompanhados da venda de “protocolos para lipedema”. Ocorre que esses tratamentos não têm respaldo científico, já que não há estudos suficientes para comprovar sua eficácia, segundo médicos consultados pelo Estadão.

Um estudo bastante citado chegou a estimar que 12% das brasileiras têm lipedema. Porém, segundo Halpern, a pesquisa é frágil, já que se baseou em questionários — sem exame físico, imprescindível para o diagnóstico correto — e ouviu apenas 253 mulheres. Além disso, o percentual está acima do verificado em outros países.

“Hoje, muitas pessoas saudáveis, que apenas têm um biotipo com pernas mais grossas ou culote, sem nenhum outro sintoma, acabam passando por bastante estresse e ansiedade achando que têm um quadro crônico e degenerativo”, acrescenta a cirurgiã vascular Inez Ohashi Torres Ayres, vice-secretária da Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular (SBACV).

Ela reforça que não há um protocolo consolidado para tratamento do lipedema. “Por enquanto, existem poucos trabalhos randomizados, e há vieses, como número pequeno de participantes. Então não é possível concluir qual o melhor tratamento”, explica. “Provavelmente, teremos evidências melhores nos próximos anos.”

A “mercantilização” da medicina e a crise ética entre os médicos despontam como pano de fundo desse problema, na visão de Zagury, membro do Departamento de Lipedema da Abeso.

É possível que haja um recorte de classe social nesse cenário de diagnósticos excessivos: enquanto a doença está no radar das mulheres com maior renda (mesmo que não apresentem a condição), aquelas com menor poder aquisitivo enfrentam o subdiagnóstico — que é ainda mais grave, na visão do endocrinologista.

O estudo Desvendando o lipedema: perspectivas abrangentes e o caminho para futuras descobertas”, publicado na revista npj Metabolic Health and Disease, do grupo Nature, cita esse paradoxo: “Como a maioria das mulheres com lipedema não é diagnosticada, e como o lipedema é mais discutido pelo público leigo, muitas mulheres provavelmente recebem diagnósticos errados e são submetidas a intervenções sem comprovação científica”.

Os tratamentos respaldados por estudos consistem em alimentação balanceada aliada à prática de exercício físico, além de fisioterapia específica para a condição. Mas atenção: não há dietas específicas ou atividades comprovadas como mais eficazes para o lipedema, como muitos profissionais alegam.

Para pacientes com um grau mais grave da condição, a intervenção cirúrgica também pode ser indicada. “Mas vemos casos leves indo para procedimentos que podem ser perigosos“, afirma Halpern, um dos autores do estudo publicado na npj.

Os médicos consultados pela reportagem criticam protocolos que envolvem o uso de radiofrequência, ultrassom, laserterapia, ozonioterapia e plataformas vibratórias. Esses são alguns exemplos de métodos que ainda não têm comprovação científica de que sejam capazes de melhorar os sintomas do lipedema.

Diferentes tipos de lipedema: a) Tipo 1 com acúmulo de tecido adiposo ao redor dos quadris e nádegas; b) Tipo 2 com acúmulo de gordura dos quadris aos joelhos; c) Tipo 3 com fenótipo dos quadris aos tornozelos com um típico “sinal de punho” no tornozelo; d) Tipo 4 com tecido pendurado abaixo do braço devido à perda de elasticidade e peso; e) Tipo 5 com tecido predominante apenas na região da panturrilha.
Diferentes tipos de lipedema: a) Tipo 1 com acúmulo de tecido adiposo ao redor dos quadris e nádegas; b) Tipo 2 com acúmulo de gordura dos quadris aos joelhos; c) Tipo 3 com fenótipo dos quadris aos tornozelos com um típico “sinal de punho” no tornozelo; d) Tipo 4 com tecido pendurado abaixo do braço devido à perda de elasticidade e peso; e) Tipo 5 com tecido predominante apenas na região da panturrilha. Foto: Estudo ‘Unraveling lipedema: comprehensive insights and the path to future discoveries’

Mas o lipedema existe mesmo?

 lipedema é definido como uma doença crônica caracterizada pelo acúmulo simétrico (isto é, em ambos os lados) de tecido adiposo na parte inferior do corpo, principalmente nádegas, quadris e pernas, mas também pode envolver os membros superiores, poupando tronco, mãos e pés.

A condição foi descrita pela primeira vez em 1940 e faz parte da Classificação Internacional de Doenças (CID), um sistema da Organização Mundial da Saúde (OMS) que reconhece e categoriza doenças.

No entanto, médicos ainda divergem sobre essa caracterização. Para o cirurgião vascular Fabio Rodrigues do Espírito Santo, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo (USP), por exemplo, a condição não pode ser considerada uma doença porque não há uma causa clara conhecida e não existem marcadores objetivos do lipedema. Para ele, trata-se de um biotipo de parcela da população.

“Os homens tendem a armazenar gordura no abdômen, enquanto as mulheres armazenam mais no quadril e na coxa. Por isso, o lipedema é diagnosticado em mulheres. Essa distribuição corporal da gordura é geneticamente e hormonalmente determinada”, argumenta o médico. Mas Santo reconhece que os sintomas — como dor física, peso nos membros e impacto emocional — prejudicam a qualidade de vida da paciente e devem ser tratados.

O cirurgião vascular Jorge Eduardo de Amorim, do Hospital São Paulo, também avalia que, “do ponto de vista científico, (a discussão sobre lipedema) ainda precisa amadurecer bastante”. O médico defende que o biotipo de algumas pessoas propicia um acúmulo de gordura em determinados locais do corpo, como cintura e perna. “Isso facilita a formação de inchaço, porque a gordura costuma segurar muita água junto dela”, descreve Amorim, professor na Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Do outro lado, Halpern argumenta que a existência do lipedema já está bem documentada. Para ele, o problema maior reside no excesso de diagnósticos errados, o que prejudica a conscientização sobre a condição e faz com que muitos colegas passem a desacreditá-la. “O lipedema é uma doença, já é reconhecido como tal. A grande dificuldade é diferenciar de uma obesidade subcutânea.”

Inez concorda que trata-se de uma doença, mas pondera que ainda não há estudos suficientes para embasar orientações para diagnóstico e tratamento. “Tem um pouco de exagero em relação a toda essa atenção que está sendo dada ao lipedema”, avalia a cirurgiã vascular. “Tem pessoas que acumulam mais gordura nas pernas, principalmente (aquelas de) ascendência espanhola, italiana, africana, e isso não é doença”, adiciona.

O cirurgião vascular Henrique Guedes, professor e chefe do Ambulatório de Linfedemas e Anomalias Vasculares Periféricas da Unifesp, tem opinião semelhante: “Um superdiagnóstico está sendo feito principalmente nos últimos dez anos de uma doença que sempre existiu, mas que não com tanta frequência assim. Muita mulher que tem perna inchada não tem lipedema. Tem que tomar cuidado com isso”.

É lipedema ou obesidade?

Embora sejam condições distintas, elas frequentemente coexistem e, em pessoas obesas, o lipedema tende a ser mais grave. Além disso, a prevalência de obesidade entre mulheres com lipedema também é significativamente maior: estimativas indicam que entre 60% e 80% das pacientes têm obesidade, contra cerca de 30% na população em geral.

A doença também pode acometer indivíduos sem obesidade. Nesses casos, o grau de lipedema costuma ser mais leve, com menor comprometimento funcional. “Uma pessoa magra com um grau leve de lipedema pode não perceber nada, ter poucos sintomas. Mas, se eventualmente ela ganha peso, começa a gerar um problema”, explica Halpern.

Apesar de ambas as condições envolverem excesso de gordura, o padrão de distribuição corporal é diferente, assim como os mecanismos fisiopatológicos e implicações clínicas, segundo o Consenso da Aliança Mundial de Lipedema (LWA), ratificado por 71 especialistas de 19 países e publicado neste mês na revista Nature Communications. O lipedema acomete quase que exclusivamente mulheres, com:

  • presença de nódulos;
  • maior sensibilidade ou dor nos membros afetados;
  • hematomas frequentes;
  • gordura concentrada em uma região (e não no corpo todo), sendo menos responsiva à perda de peso do que a adiposidade do restante corpo.

A obesidade, por outro lado, está associada a complicações como diabetes e hipertensão, condições sem evidências de associação direta com o lipedema.

Além da obesidade, o lipedema compartilha características clínicas com o linfedema, que resulta do acúmulo de líquido devido a uma disfunção do sistema linfático. Enquanto o lipedema envolve excesso de gordura, o linfedema se manifesta principalmente como inchaço. Daí a importância de distinguir a causa da condição e excluir outras hipóteses de diagnósticos.

Como saber se é lipedema?

O diagnóstico de lipedema é clínico, isto é, feito com base na anamnese (conversa com o paciente e análise do histórico médico), exame físico e exclusão de outros quadros. Não existem exames de imagem, sorológicos ou genéticos nem instrumentos de medição clínica oficialmente validados para confirmar a doença.

Alguns métodos de avaliação, especialmente exames de imagem, vêm sendo estudados para auxiliar na identificação da condição. O angiologista e cirurgião vascular Henrique Guedes afirma usar ressonância magnética, ultrassom com dopler e linfocintilografia para excluir outros diagnósticos. Alguns médicos também citam a densitometria óssea como auxiliar. Mas nenhum desses exames fecha o diagnóstico final, que é clínico.

“Precisa ser um bom médico para fazer o diagnóstico diferencial”, afirma o cirurgião vascular chefe do Ambulatório de Linfedemas e Anomalias Vasculares Periféricas da Unifesp.

Os médicos acreditam que se trata de uma doença genética, mas nenhum gene isolado foi comprovado como causa primária da condição, o que dificulta o desenvolvimento de formas mais precisas de rastreio.

Como tratar o lipedema corretamente?

A doença não tem cura e todas as intervenções terapêuticas visam aliviar os sintomas e prevenir ou retardar sua progressão. No momento, não há evidências da eficácia de algum medicamento no combate ao quadro.

Segundo os especialistas, o foco principal do tratamento é manejar o sobrepeso ou a obesidade e é um erro achar que a gordura do lipedema não responde ao emagrecimento. “Não é que não responde, mas tem uma resposta um pouco pior em relação ao tecido adiposo não-lipedema”, explica Zagury.

O tratamento do quadro consiste em dieta saudável, frequentemente de déficit calórico (para emagrecimento), exercícios físicos e terapia descongestiva complexa, um tipo específico de fisioterapia. Tais intervenções aliviam os sintomas, melhoram a mobilidade e aumentam a qualidade de vida dos pacientes.

Não há estudos robustos comprovando que determinadas dietas são mais eficazes do que outras, ressaltam os médicos. “Qualquer dieta saudável que o paciente consiga seguir no médio e longo prazo vai ser muito bem-vinda”, afirma Zagury.

O recado é o mesmo em relação aos exercícios físicos: qualquer atividade é benéfica, já que se exercitar reduz a inflamação do corpo. Independentemente de ter ou não lipedema, o ideal é unir treinos de força e resistência (como musculação, crossfit, funcional e pilates) com os aeróbicos (a exemplo de caminhada, corrida, natação, ciclismo e dança).

Em alguns casos, pode ser recomendado evitar exercícios de alto impacto para reduzir Import Demo & Styleo risco de hematomas e dores. Pacientes com nível reduzido de mobilidade ou sedentários devem começar com atividades de baixo impacto para evitar lesões.

Exercícios na água, como natação e hidroginástica, podem ter algum efeito positivo na redução da dor e melhora do edema e da qualidade de vida, devido à pressão hidrostática e à flutuabilidade, o que reduz o impacto e o estresse nas articulações, de acordo com o consenso da LWA.

A terapia descongestiva complexa também é citada pelos especialistas como importante para melhorar a circulação sanguínea e aliviar o peso das pernas, o inchaço e a hipersensibilidade. Esse tipo de fisioterapia engloba métodos compressores (que podem ser feitos com bandagens ou meias compressoras), drenagem linfática e exercícios conhecidos como miolinfocinéticos.

“É importante ressaltar que ainda não foi estabelecido um regime terapêutico universalmente aplicável para o lipedema. Diversas intervenções demonstram potencial para alívio dos sintomas, mas a qualidade das evidências é variável. A heterogeneidade dos desenhos dos estudos, das populações de pacientes e dos critérios diagnósticos dificulta a comparação direta entre as diferentes modalidades de tratamento”, reforça o consenso.

A escolha do tratamento geralmente depende das características do paciente, incluindo a gravidade da doença, comorbidades associadas e preferências pessoais.

Canetas para obesidade podem ajudar?

Não há comprovação de que algum medicamento ajude no controle do lipedema. Isso vale inclusive para a semaglutida (princípio ativo do Wegovy e do Ozempic) e a tirzepatida (Mounjaro). Porém as canetas são altamente eficazes no manejo da obesidade, que deve ser controlada para amenizar os efeitos do lipedema. Por isso, podem ser aliadas no tratamento de alguns pacientes.

]Quando a cirurgia é indicada?

A lipoaspiração remove o tecido adiposo subcutâneo doente e melhora os sintomas, a mobilidade e a qualidade de vida de pacientes com lipedema, além de amenizar a queixa estética. Mas a cirurgia é indicada apenas nos casos mais graves, segundo Guedes. Antes, o cirurgião vascular costuma indicar a fisioterapia, a mudança dos hábitos de vida e, em alguns indivíduos, o tratamento da obesidade.

“É crucial que as opções cirúrgicas sejam consideradas cuidadosamente, com uma compreensão abrangente dos riscos e benefícios potenciais, e em conjunto com o tratamento conservador contínuo para manter os resultados e cuidar da saúde geral”, reforça o documento internacional.

As diretrizes brasileiras sugerem que os volumes aspirados não devem exceder 7% do peso corporal, e frequentemente pode haver a necessidade de mais de uma sessão. O tratamento de varizes antes da cirurgia e a incorporação de fisioterapia no pós-operatório podem otimizar a segurança e a recuperação.

Fonte: Estadão.

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