sexta-feira, março 13, 2026
  • Autora
  • EncontrAR – Grupar
  • Biored Brasil
  • Minha Vida com AR
  • Depoimentos
  • Colunas da Pri
  • Cadastro
  • Contato
  • Login
Artrite Reumatóide
  • Autora
    • Minha Vida com AR
    • Bariatricar
    • ExercitAR
  • Depoimentos
  • Direitos
    • Sem Juridiquês
  • Doenças Reumáticas
    • Artrites
      • Alimentação na Artrite
      • Artrite Idiopática Juvenil
      • Artrite Psoriásica
      • Artrite Reativa
      • Artrite Reumatoide
      • Artrite Reumatoide e o Olho
      • Notícias sobre Artrites
    • Cartilha Doenças Reumáticas SBR
    • Notícias sobre Artrites
    • CAPS – Síndromes Periódicas Associadas à Criopirina
    • Doenças Autoinflamatórias
    • Doenças Reumáticas
    • Doença de Crhon
    • Dores do Crescimento
    • Esclerose Sistêmica
    • Espondilite Anquilosante
    • Febre Reumática
    • Fibromialgia
    • Lúpus (LES)
    • Osteoartrite
    • Osteoporose
    • Outras Doenças Reumáticas
    • SAF
    • Sind de Sjögren (SS)
  • Notícias
    • ReumatoNews
    • Participação Social
    • ReumaLives
  • Tratamentos
    • Falta de Medicamentos
    • DMARD – Medicamentos Tradicionais
    • Medicamento Biológico
    • Analgésicos
  • Vacinas
    • Vacina da covid19
    • Vacina da Gripe
    • Vacina da pneumonia
    • Vacinacao pacientes especiais
    • Endereços dos CRIES
  • Vídeos
    • Forum Políticas Doenças Reumáticas
    • ReumaLive
    • Webinario Artrite Reumatoide
    • Webserie Artrite Reumatoide
  • Livro Artrite Reumatoide
Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Autora
    • Minha Vida com AR
    • Bariatricar
    • ExercitAR
  • Depoimentos
  • Direitos
    • Sem Juridiquês
  • Doenças Reumáticas
    • Artrites
      • Alimentação na Artrite
      • Artrite Idiopática Juvenil
      • Artrite Psoriásica
      • Artrite Reativa
      • Artrite Reumatoide
      • Artrite Reumatoide e o Olho
      • Notícias sobre Artrites
    • Cartilha Doenças Reumáticas SBR
    • Notícias sobre Artrites
    • CAPS – Síndromes Periódicas Associadas à Criopirina
    • Doenças Autoinflamatórias
    • Doenças Reumáticas
    • Doença de Crhon
    • Dores do Crescimento
    • Esclerose Sistêmica
    • Espondilite Anquilosante
    • Febre Reumática
    • Fibromialgia
    • Lúpus (LES)
    • Osteoartrite
    • Osteoporose
    • Outras Doenças Reumáticas
    • SAF
    • Sind de Sjögren (SS)
  • Notícias
    • ReumatoNews
    • Participação Social
    • ReumaLives
  • Tratamentos
    • Falta de Medicamentos
    • DMARD – Medicamentos Tradicionais
    • Medicamento Biológico
    • Analgésicos
  • Vacinas
    • Vacina da covid19
    • Vacina da Gripe
    • Vacina da pneumonia
    • Vacinacao pacientes especiais
    • Endereços dos CRIES
  • Vídeos
    • Forum Políticas Doenças Reumáticas
    • ReumaLive
    • Webinario Artrite Reumatoide
    • Webserie Artrite Reumatoide
  • Livro Artrite Reumatoide
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Artrite Reumatóide
Sem Resultado
Ver todos os resultados
Home Notícias

O que é o nervo vago e como ele pode ajudar a reduzir o estresse

Essa estrutura faz a comunicação entre cérebro e órgãos vitais e é fundamental para o funcionamento do corpo. Saber como estimulá-lo poderá nos ajudar a ter uma vida mais saudável.

por Priscila Torres
06/08/2021
em Notícias
O que é o nervo vago e como ele pode ajudar a reduzir o estresse

“Nosso corpo é uma pilha de nervos.”

Certamente você já ouviu a frase acima (e pode até ter se identificado com ela num dia mais estressante).

E essa afirmação faz sentido até do ponto vista literal: afinal, os nervos são estruturas periféricas do sistema nervoso que fazem a comunicação entre o corpo e o cérebro.

Eles também permitem a gente se movimentar e ter sensações como dor, calor ou cócegas.

E, entre os muitos nervos que se espalham da cabeça aos pés, um deles certamente ganha destaque: o nervo vago percorre grande parte de nosso corpo e está diretamente relacionado às emoções.

O que é o nervo vago?

Seu nome vem do latim nervus vagus.

“Em sua origem, vagus significa vagar e realmente descreve a forma como o nervo e suas ramificações vagueiam pelo corpo”, detalhou a psicóloga Kimberley Wilson durante o programa Made of Stronger Stuff, transmitido na BBC Radio 4, no Reino Unido.

Essa estrutura é dividida em duas: uma parte está no lado direito do corpo e interage com fígado e pâncreas. Do lado esquerdo, a outra ramificação chega a coração, baço, estômago…

Ela ainda passa, de ambos os lados, por pulmões, rins e os intestinos delgado e grosso.

Esse nervo nasce no tronco cerebral, uma região que está localizada mais ou menos atrás das orelhas. A partir dali, desce por cada lado do pescoço, atravessa o tórax e chega até o abdômen.

Ou seja: ele conecta o tronco cerebral a quase todos os órgãos essenciais.

A título de comparação, é como se ele fosse uma grande rodovia ou um um cabo transatlântico com milhares e milhares de fibras de telefone e internet.

“Cerca de 80% desses cabos são sensores, o que significa que o nervo vago relata ao cérebro o que está acontecendo em todos os órgãos”, diz o neurocirurgião Kevin Tracey, presidente do Instituto Feinstein de Pesquisa Médica, nos Estados Unidos, e um dos principais estudiosos desse campo da medicina.

Em termos científicos, o nervo vago é um dos principais componentes do sistema nervoso parassimpático, que controla as ações involuntárias do corpo.

“Nós temos o sistema nervoso simpático, que nos deixa preparados para a ação, e o sistema nervoso parassimpático, que funciona como um interruptor de desligamento desse primeiro mecanismo voluntário”, explicou Wilson.

“Assim, o sistema nervoso parassimpático ajuda a alternar os estados de descanso, relaxamento, recuperação, regulação da frequência cardíaca e respiração. São basicamente todas as coisas que garantem a nossa sobrevivência”, listou.

Portanto, se o nervo vago é essa via de comunicação que transmite sinais do corpo para o cérebro, isso pode ter um impacto direto na mente, nos pensamentos e talvez até nos sentimentos, apontam os especialistas.

Especula-se, por exemplo, qual seria o papel dele no aparecimento de quadros de estresse, ansiedade e depressão.

Você é o que você come

A ciência já sabe há séculos que uma dieta balanceada é um dos primeiros passos para ter uma boa saúde.

Mas como essa alimentação boa e variada se traduz no funcionamento do nosso corpo? E o que o nervo vago tem a ver com isso?

Para entender esse processo, é preciso antes saber o que é o microbioma.

Em resumo, trata-se de um conjunto de micro-organismos (como bactérias e fungos) que vivem em várias partes do corpo, principalmente nos intestinos.

Esses seres microscópicos são responsáveis por defender o organismo de patógenos invasores, que podem ganhar terreno e provocar doenças.

Eles também nos ajudam a fazer a digestão e extrair certas substâncias dos alimentos, que fazem bem para o cérebro.

Mas para que essas tais substâncias cheguem até a cabeça, elas precisam percorrer um longo caminho.

E é justamente aqui que o nervo vago entra na história.

“Existem muitas vias de comunicação entre o intestino e o cérebro, mas talvez a mais estudada e pela qual temos muito interesse é o nervo vago”, explica o neurocientista John Cryan, da Universidade College Cork, na Irlanda.

“Gosto sempre de lembrar às pessoas que o que acontece no nervo vago pode afetar até nossas emoções”, completa o especialista.

E há outro aspecto interessante aqui: o microbioma pode ser modificado por meio da dieta.

Cryan lista uma série de alimentos que contribuem para um conjunto de micro-organismos mais saudáveis.

É o caso, por exemplo, de iogurtes naturais, kefir e kombucha. Eles trazem bactérias benéficas, que podem recolonizar e balancear os intestinos.

Já frutas, legumes e verduras são ricas em fibras, que servem de alimento para os seres microscópicos que habitam o corpo, especialmente o tubo digestivo.

“O componente fibroso dos vegetais supre o microbioma e isso permite a síntese de produtos químicos. Isso, por sua vez, estimula o nervo vago a ativar algumas partes do cérebro relacionadas aos sentimentos”, explicou o médico Xand van Tulleken à BBC Radio 4.

O avanço do conhecimento nesta área durante os últimos anos aumentou o interesse pelos probióticos e prebióticos, que são substâncias presentes em alimentos ou suplementos que tem esse potencial de equilibrar o microbioma dos intestinos por meio de vários mecanismos.

Mas a fronteira científica vai além: será que, ao mexer com os micro-organismos que habitam o interior do tubo digestivo, não podemos também estimular o cérebro através do nervo vago e controlar emoções negativas ou o estresse?

Contudo, vale fazer a ressalva: por mais que essa seja uma área interessante e recheada de novidades, ainda há muitas perguntas sem respostas.

Também precisamos ainda de muito estudo para entender todos os mecanismos que ligam uma coisa à outra e as maneiras que podemos intervir nesse processo.

Como estimular o nervo vago

Existem tratamentos médicos que manipulam o nervo vago por razões terapêuticas. Em casos específicos, os especialistas usam um aparelho parecido a um marca-passo, que dá pequenos choques elétricos.

Atualmente, esse tipo de dispositivo tem um uso limitado, especialmente para quadros de depressão e epilepsia que não respondem a nenhum outro tratamento.

“O aparelho envia um estímulo elétrico suave e regular ao longo do nervo vago. De alguma forma, isso acalma a atividade cerebral irregular que leva às convulsões [típicas da epilepsia]. Portanto, pode ser que essa ativação faça com que o cérebro libere neurotransmissores que reduzem a atividade convulsiva “, detalhou van Tulleken.

 

Mas a eficácia desta alternativa ainda varia muito dependendo do paciente.

Também existem pesquisas sobre a estimulação do nervo vago que podem ser aplicadas a tratamentos para doenças que causam inflamação, como a artrite reumatoide, que afeta as articulações.

“Se você entender que o nervo vago tem a capacidade de funcionar como um freio e parar a inflamação, existe a possibilidade de cortar essa estrutura ou instalar dispositivos que possam controlar um mau funcionamento ali”, avalia Tracey.

Mas, enquanto a medicina avança e descobre novos recursos terapêuticos, será que existe uma maneira um pouco mais fácil de estimular o nervo vago?

Algumas das sugestões para mexer com essa parte do sistema nervoso incluem cantar e repetir mantras.

Um estudo de 2013 com participantes de um coral mostrou que atividades musicais ajudam, por exemplo, a manter o compasso dos batimentos cardíacos. E essa regulação acontece graças ao nervo vago.

“Atividades como cantar ou recitar uma música fazem a garganta vibrar e levam a uma respiração mais profunda, que estimula esse nervo”, acrescenta Wilson, que também cita a ioga como uma opção de atividade que mexe com essa e outras estruturas do sistema nervoso.

No meio de tantas novidades, é curioso pensar o quanto coisas básicas, caso de comer e cantar, e outras tão modernas e avançadas, como cirurgias e marca-passos, podem atuar num nervo tão importante — e, quem sabe, até facilitar a comunicação do cérebro pelo bem da saúde do corpo (e da mente).

Fonte: Viva bem Uol.

Print Friendly, PDF & Email

Compartilhe isso:

  • Compartilhar no WhatsApp(abre em nova janela) WhatsApp
  • Compartilhar no Facebook(abre em nova janela) Facebook
  • Compartilhar no LinkedIn(abre em nova janela) LinkedIn
  • Compartilhar no X(abre em nova janela) 18+
  • Envie um link por e-mail para um amigo(abre em nova janela) E-mail

Curtir isso:

Curtir Carregando...

Relacionado


Descubra mais sobre Artrite Reumatóide

Assine para receber nossas notícias mais recentes por e-mail.

Postagem anterior

A AIJ me fez limitado para muitas coisas, mas eu escolho ser ilimitada para o mundo!

Próxima postagem

Falta de medicamentos leva à perda de remissão e traz sequelas para pacientes

Relacionado Postagens

Planos de saúde: entenda o novo entendimento da justiça sobre a cobertura de tratamentos*

Planos de saúde: entenda o novo entendimento da justiça sobre a cobertura de tratamentos*

por Priscila Torres
13/03/2026

Em 2025, o Supremo Tribunal Federal (STF) concluiu uma análise que mudou os critérios sobre a cobertura pelos planos de...

Anvisa libera uso de medicamento que atrasa aparecimento de DM1

Anvisa libera uso de medicamento que atrasa aparecimento de DM1

por Priscila Torres
13/03/2026

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o uso, no Brasil, do teplizumabe em pessoas com diabetes tipo 1...

Mitos e Verdades sobre a vacina contra o HPV

Mitos e Verdades sobre a vacina contra o HPV

por Priscila Torres
13/03/2026

São Paulo, março de 2026 - Com a desinformação ainda rondando a vacinação contra o HPV, o Ministério da Saúde vem...

ANS inclui no Rol risanquizumabe, tratamento para doença intestinal

ANS inclui no Rol risanquizumabe, tratamento para doença intestinal

por Priscila Torres
13/03/2026

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) aprovou a inclusão do risanquizumabe para o tratamento de colite ou retocolite ulcerativa...

Audiência pública no Senado debate desafios de saúde, acessibilidade e direitos da pessoa com nanismo nesta sexta-feira (13)

Audiência pública no Senado debate desafios de saúde, acessibilidade e direitos da pessoa com nanismo nesta sexta-feira (13)

por Priscila Torres
12/03/2026

A Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal realiza, no dia 13 de março, às 10 horas,...

Dia Mundial do Glaucoma: a importância do diagnóstico precoce para preservar a visão

Dia Mundial do Glaucoma: a importância do diagnóstico precoce para preservar a visão

por Priscila Torres
12/03/2026

No Dia Mundial do Glaucoma, celebrado em 12 de março, a atenção se volta para uma condição oftalmológica que avança...

Próxima postagem
Falta de medicamentos leva à perda de remissão e traz sequelas para pacientes

Falta de medicamentos leva à perda de remissão e traz sequelas para pacientes

Deixe uma respostaCancelar resposta

Pesquisar

Sem Resultado
Ver todos os resultados

Conte sua história aqui

Investidores Sociais

Artrite no Youtube

Acesse o nosso Telegram

Parceiro

    Go to the Customizer > JNews : Social, Like & View > Instagram Feed Setting, to connect your Instagram account.
Facebook Twitter / X Youtube Instagram

Assinar blog por e-mail

Digite seu endereço de e-mail para assinar este blog e receber notificações de novas publicações por e-mail.

Junte-se a 75mil outros assinantes

Blog oficial das ONGs

Escreva aqui sua dúvida e encontre uma publicação

Sem Resultado
Ver todos os resultados

Todos os direitos reservados ao Blog Artrite Reumatoide. by Agência Criosites (Criação de Sites Campinas)

Sem Resultado
Ver todos os resultados
  • Autora
    • Minha Vida com AR
    • Bariatricar
    • ExercitAR
  • Depoimentos
  • Direitos
    • Sem Juridiquês
  • Doenças Reumáticas
    • Artrites
      • Alimentação na Artrite
      • Artrite Idiopática Juvenil
      • Artrite Psoriásica
      • Artrite Reativa
      • Artrite Reumatoide
      • Artrite Reumatoide e o Olho
      • Notícias sobre Artrites
    • Cartilha Doenças Reumáticas SBR
    • Notícias sobre Artrites
    • CAPS – Síndromes Periódicas Associadas à Criopirina
    • Doenças Autoinflamatórias
    • Doenças Reumáticas
    • Doença de Crhon
    • Dores do Crescimento
    • Esclerose Sistêmica
    • Espondilite Anquilosante
    • Febre Reumática
    • Fibromialgia
    • Lúpus (LES)
    • Osteoartrite
    • Osteoporose
    • Outras Doenças Reumáticas
    • SAF
    • Sind de Sjögren (SS)
  • Notícias
    • ReumatoNews
    • Participação Social
    • ReumaLives
  • Tratamentos
    • Falta de Medicamentos
    • DMARD – Medicamentos Tradicionais
    • Medicamento Biológico
    • Analgésicos
  • Vacinas
    • Vacina da covid19
    • Vacina da Gripe
    • Vacina da pneumonia
    • Vacinacao pacientes especiais
    • Endereços dos CRIES
  • Vídeos
    • Forum Políticas Doenças Reumáticas
    • ReumaLive
    • Webinario Artrite Reumatoide
    • Webserie Artrite Reumatoide
  • Livro Artrite Reumatoide

Todos os direitos reservados ao Blog Artrite Reumatoide. by Agência Criosites (Criação de Sites Campinas)

Bem vindo de volta!

Faça login em sua conta abaixo

Esqueceu a senha?

Recuperar sua senha

Por favor, digite seu nome de usuário ou endereço de e-mail para redefinir sua senha.

Log In
WhatsApp
Olá, envie a sua mensagem para o nosso Programa de Suporte aos Pacientes
Fale Conosco
%d