Viva um dia de cada vez e nunca perca a Fé

Sou iniciante nesta jornada mas o conselho que posso da é: Nunca perca a FÉ

Desde criança sentia dores nas pernas e os médicos diziam que era a dor do crescimento, depois na juventude tive muita febre reumática relacionada a problema de garganta que eram tratadas com injeção de benzetacil.

Sempre tive a saúde frágil e sentia um cansaço que não tinha explicação científica. Há uns 10 anos atrás meu FAN deu reagente e fui encaminhada para um Reumatologista que solicitou novos exames e disse que eu não tinha nada e que a fadiga e o cansaço se resolveriam com perda de peso e atividade física.

Segui o conselho do médico e fui fazer atividade física. Aos 40 anos como não emagrecia apelei para uma cirurgia bariátrica onde perdi mais de 30 kg e fiquei muito bem.

Sempre cuidei de minha saúde, fazia acompanhamento anual com meu gastroenterologista e os exames sempre eram normais. Este ano comecei a sentir muito cansaço físico e dor nos pés que eu associava a dor muscular da prática de atividade física, a musculação, mas as dores foram aumentando cada vez mais juntamente com a fadiga e o cansaço seguido de tonturas e dores nas juntas.

Procurei um Clínico Geral que fez uma série de exames de sangue entre eles o FAN (Fator Anti Nuclear) que deu resultado positivo, novamente fui encaminhada para uma Reumatologista maravilhosa Dr.Ana Júlia que passou uma série de exames de sangue, ultrassonografias, Densitometria óssea, ressonância, entre os resultados dos exames deu fascite plantar nos dois pés, derrame articular nos cotovelos, triglicerídeos alto e me diagnosticou com Artrite Reumatoide.

Iniciei o tratamento com Metatrexato e o ácido fólico, além desses medicamentos tomo também o Ômega 3, Vitamina D3, Melocicam com Cloridrato de Amitriptilina, Atorvastatina, Glucosamina e Condroitina, Minoxidil, Fortalize. Mudei minha alimentação completamente, cortei alimentos industrializados, embutidos, açúcar, trigo e derivados.

Estou procurando estudar sobre a doença, quero estar informada sobre as possíveis complicações da mesma e todas as novidades referente a ela. Tenho sede de saber e sede de viver e quero ser mais uma guerreira nesta batalha.

Pretendo viver por muitos anos e com qualidade de vida. Quanto sinto as dores procuro ficar quieta, mas as vezes é tanta dor que fico irritada e isso me deixa mal humorada pois não gosto de me fazer de coitada para ninguém e nem quero que tenham pena de mim, quero apenas que respeitem a minha condição e se informem sobre a doença.

Tenho muitos planos, um deles é voltar a fazer minha musculação que me faz tão bem. Quero voltar a ter força no meu braço esquerdo pois sou canhota e ultimamente não aguento carregar nem uma bolsão que quero mesmo e almejo no momento é a remissão da doença.

Me chamo Heleide Souza, tenho 46 anos, convivo com artrite reumatoide 1 mês, sou arquiteta e moro em Tucuruí/Pará.

“Dor Compartilhada é Dor Diminuída”, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença! É super simples, basta preencher o formulário no link:https://goo.gl/UwaJQ4
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