Sei que as dores não acabam, mas posso conviver com as limitações

As dores começaram quando eu ainda era uma menina, mas o diagnóstico só veio mesmo com a maturidade. Sofri muito com tantas dores sem entender como podia uma pessoa só, sentir dores pelo corpo todo e nas articulações. Sofri por muito tempos, com piadas de que meu nome deveria ser Maria das dores. Hoje sei o motivo de tantas dores. Para completar a vida, tenho doença pulmonar obstrutiva crônica e dependente de oxigênio. Em 2016 fui acometida por um AVC que deixou sequelas no meu lado esquerdo. Graças a Deus e ajuda profissionais, médicas, fisioterapeuta, psicológica e tratamento, com medicamentos certos convivo bem com minhas limitações.

Uso cadeira de rodas para sair de casa pois não tenho como andar. Sei que as dores não acabam, mas posso conviver com as limitações. Ainda assim posso dizer que sou feliz. Tenho família, esposo, filhos, netos e bisnetos maravilhosos que Deus me presenteou, como posso não ser feliz? De mãos dadas, as dores diminuem. Não tenho tempo para a infelicidade e lamentações. Obrigada por poder compartilhar com vocês, um pouco de minha vida.

Me chamo Nilza, tenho 56 anos, convivo com a artrite reumatoide há 11 anos, moro em Taubaté – SP.

Dor Compartilhada é Dor Diminuída“, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

“Conte a sua História”

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