Pesquisadores desenvolvem programa para medir dor de pacientes

Imagina ter um programa para medir e provar a sua dor? então os pesquisadores da Universidade Federal Fluminense já estão trabalhando em um projeto inovador que irá mostrar em exames os níveis da dor sentida pelo paciente. 🙂

 

Pesquisadores da Universidade Federal Fluminense desenvolveram um programa para medir a dor sentida pelo paciente. Falar de dor é como falar de um sentimento. Dá para medir alegria, tristeza, o amor?

No caso da dor, sempre valeu o que o paciente diz para o médico. Mas a Unidade de Pesquisas Clínicas da Universidade Federal Fluminense está mudando isso.

Os pesquisadores desenvolveram um programa de avaliação da dor crônica para melhorar o diagnóstico e o tratamento de algumas doenças. Na prática, os equipamentos contam se está doendo tanto quanto você está dizendo.

Os nervos formam o que os médicos chamam de vias sensitivas, e elas estão por todo o corpo. É por essas vias que o aviso de dor é levado até o cérebro.

Os aparelhos são tão sensíveis que analisam até as fibras mais finas dentro dos nervos e descobrem se há algum distúrbio ou uma lesão. Assim, conseguem dizer qual o tamanho da dor.

“Se você confirma o que tá dizendo você pode ter uma conduta para o tratamento, ou seja, tratar o paciente de um modo adequado. Sem que haja subjetividade, sem que haja o lado emocional envolvendo a resposta do doente”, explicou o professor titular de Neurologia da UFF Oswaldo Nascimento.

Luiza tem uma dor na coxa que sete médicos não conseguiram explicar. Para pergunta mais comum no consultório: ‘tá doendo quanto de zero a dez?’

“Tem momentos do dia que é dez, sabe? Que eu fico com muita dor mesmo, que eu tenho que parara minhas atividades, sabe, e levantar e dar uma caminhada, fazer alguma coisa pra poder minimizar um pouco do sintoma”, contou a estudante Luíza Bastos.

Ela não está exagerando. Os equipamentos comprovaram o sofrimento e ainda ajudaram a descobrir o motivo da dor. Nervos afetados por uma cirurgia de hérnia que ela fez na infância. Falar de dor ficou mais fácil. E, no caso da Luíza, do sentimento de alívio também.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2015/08/pesquisadores-desenvolvem-programa-para-medir-dor-de-pacientes.html

Jornalista

Jornalista, motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide aos 26 anos, “Patient Advocacy”, Arthritis Consumer, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde, eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

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Jornalista Grupar EncontrAR

Jornalista, motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide aos 26 anos, “Patient Advocacy”, Arthritis Consumer, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde, eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

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