População propensa a fratura grave vai dobrar em 25 anos, diz estudo

Um estudo da Fundação Internacional de Osteoporose prevê que o número de pessoas sob alto risco de fratura vai quase dobrar em 25 anos. A projeção foi feita com base no aumento da população global e com a mudança do recorte da faixa de idade que está sob mais risco, acima dos 50 anos.

Segundo os pesquisadores, em 2040, o planeta terá 319 milhões de homens e mulheres sob risco de sofrer uma fratura grave — de vértebra, antebraço, úmero ou quadril — em comparação com os 158 milhões de anos estimados para 2010.

Para projetar o número de pessoas sob risco de sofrer esses tipo de fratura os pesquisadores usaram uma simulação matemática que calculava quantas pessoas estavam em perfis de maior risco, considerando também outros fatores além de idade. Mulheres com sobrepeso e com histórico de problemas ortopédicos menos graves, por exemplo, têm maior probabilidade de sofrer uma fratura séria.

Globalmente, 18% das mulheres têm algum risco de sofrer fratura desse tipo, enquanto entre homens o risco é de 3%, mas essa proporção vai aumentar, afirmam os pesquisadores, por causa do recorte populacional sob risco. Segundo os cientistas, a Ásia é o continente onde o aumento da ocorrência de pr

O trabalho descreve a projeção epidemiológica, liderado pelo médico Anders Oden, da Universide de Sheffield (Reino Unido), foi publicado na revista “Osteoporosis International”.

Fonte: G1

Jornalista

Jornalista, motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide aos 26 anos, “Patient Advocacy”, Arthritis Consumer, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde, eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

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Jornalista, motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide aos 26 anos, “Patient Advocacy”, Arthritis Consumer, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde, eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

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