Não desistam, leiam bastante sobre o assunto, aproveitem os exemplos, se não tiver condições improvisem

Dor, esperança, fé. Vamos em frente

Em março de 2015, voltando de um fim de ano passado em uma fazenda no Estado do Rio de Janeiro, comecei a sentir umas dores na cervical, nos punhos, mãos e nos joelhos. Não me espantei porque já tinha problemas de artrose e meniscopatia medial.

Chegando em casa, tomei um analgésico e fui deitar, então começou uma dormência nos braços e mãos, levantei e comecei a fazer exercícios com os braços e mãos, melhorou um pouco, tomei um calmante e consegui dormir um.

Então começou minha jornada, hospitais, emergências, exames, suspeitas, mas só mandavam tomar analgésicos, pois estava suspeitando de chikungunya, foram dois meses de exames, radiografias.

Até que me mandaram para um reumatologista, que ao ver meus exames, me mandou tomar metotrexato, que em poucos meses acabou com meu estômago, cabelo quebrando, vista seca, uma verdadeira parafernália de sintomas, e as dores continuavam.

Parei de tomar MTX por conta própria e agora estou pesquisando um médico que ainda não achei para fazer outro tratamento. Estou fazendo uma medicação que não devo mencionar por motivos éticos. E fazendo fisioterapia me sinto melhor, os joelhos doem devido a outro tipo de problema. E assim vou vivendo, na espera de um médico que acerte afinal uma medicação que não me faça tão mal quanto esta que eu tomei.

Um conselho

Não desistam, leiam bastante sobre o assunto, aproveitem os exemplos, se não tiver condições improvisem.

Mesmo com dor procurem ser alegres, tenham fé, tirem muitos exemplos, nas Paraolimpíadas, os depoimentos me deram força suficiente para enfrentar as dificuldades.

Procurei ler muito, me informar, as piores dificuldades são os médicos que parecem se interessar mas, tratam a gente como “mais uma”, ainda não encontrei um realmente que fosse mais humano.

Mas até hoje consegui ultrapassar essa indiferença, vou me tratando, o melhor possível, não consegui encontrar uma medicação certa. Como o meu diagnóstico foi descoberto há pouco tempo, creio que a minha AR, não sei porque só foi aparecer após a chikungunya que tive no inicio de 2015, depois dela e que começaram os sintomas da AR. Como sou aposentada e parei de dar aulas, ficou difícil me tratar, mas tento dar a volta por cima e até agora vou indo.

Sol Angels, 80 anos, artista plástica, artesã – aposentada. Convive com artrite reumatoide há 3 anos e mora na Tijuca no Rio de Janeiro.

Dor, esperança, fé. Vamos em frente

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