Não aceitava essa doença, mas decidi enfrentar

Tudo começou quando eu perdi o meu pai em janeiro de 2017.  Uma semana depois, começou as dores muito intensas nas articulações, não conseguia fazer tarefas simples como pentear o cabelo, escovar os dentes, andava me rastejando, mas mesmo sentido dores trabalhava. Fui em vários especialistas, cardiologista, ortopedista, vascular, até enfim chegar no reumatologista. O primeiro que eu fui não deu muita atenção para o meu caso e foi me diagnosticando com fibromialgia, pediu para retornar na consulta só depois de dois meses, decidi procurar outro reumatologista que me afastou do trabalho, faço tratamento até hoje e me pediu exames de sangue, ultrassom do joelho, da mão e pulso, porque estavam muito inchados, dai saiu o resultado que eu estava com artrite reumatoide.

Confesso que fiquei muito triste, não aceitava estar com essa doença, mas decidi enfrentar, e comecei fazer o tratamento.  Tomava deflazacorte 15 mg, hidroxicloroquina 400 mg, tomei por 8 meses e as dores não diminuíram, até que a médica me receitou etanercepte 50 mg que estou tomando há 3 meses, junto com as medicações que citei. Fiz infiltração com corticoide no joelho em dezembro do ano passado, que melhorou muito, agora posso dizer que o pior passou, sigo com o tratamento, junto com o apoio do meu esposo e da minha família. Sei que Deus está comigo e não vai me abandonar.

Me chamo Carina Paulino Herreiro, tenho 36 anos, convivo com artrite reumatoide há um ano, moro em Osasco – SP.

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