Médico explica como a nutrologia pode ajudar na osteoartrose e osteoartrite

Reumatismo – osteoartrose e osteoartrite. Antes de mais nada é importante entender o que é isso. Artrose é um desgaste da cartilagem que acontece nas articulações, e onde desliza o movimento.  Essa cartilagem que vai de um osso ao outro para realizar o movimento, está presente onde há articulação, como no joelho, no ombro, no quadril e na coluna. O desgaste provocado com a perda de cartilagem, que se intensifica com o envelhecimento, é o que se chama de artrose.

A perda da cartilagem provoca uma inflamação (devido à falta de cartilagem e começa a haver um atrito de um osso no outro) que causa a artrite. A diminuição desse liquido que cobre a cartilagem provoca a artrite, que é a inflamação dentro da osteoartrose. Artrose é  o desgaste e a artrite a inflamação em virtude desse desgaste.

É importante entender que a prevalência da artrose é muito comum – acomete inicialmente apenas 5% dos indivíduos abaixo de 30 anos mas, quando alcançamos 65 anos, atinge 80%. A medida em que vamos envelhecendo passa a limitar a vida cotidiana das pessoas, que deixam de se exercitar como antes. Essa limitação alcança uma parcela significativa da população.

Como a nutrologia pode ajudar na osteoartrose e osteoartrite.

Vale ressaltar que o que causa a dor é a inflamação. Através da alimentação é possível corrigir ou melhorar esse tipo de inflamação, colocando-a em um estado de estágio menos inflamatório.

Para melhorar esse desgaste da cartilagem a nutrologia oferece recursos eficientes como suplementos  específicos – vitaminas e substâncias naturais –  que estimulam a formação dos condrócitos – células que produzem cartilagem. Este procedimento ajuda a estimular a fabricação natural dessa cartilagem, que diminui com o envelhecimento.

O uso de alguns fitoterápicos é outro recurso eficiente para tratar da diminuindo a inflamação. Um dos tratamentos convencionais é usar anti-inflamatório, mas seu uso prolongado pode causar efeitos colaterais como dor no estômago, problemas renais…

Quando se perde entre 4 e 5 quilos de gordura há uma redução do risco de progredir a osteoartrose no joelho. Uma pessoa que está com sobrepeso e inicia um tratamento nutrológico para diminuir o excesso de gordura, reduz em 50% o risco de desenvolver uma artrose e, consequentemente a artrite. O médico especialista em nutrologia faz um estudo para auxiliar sobre o quanto se precisa perder de gordura.

A massa muscular é um protetor de articulação. Quando envelhecemos e diminuímos a massa muscular, sobrecarregamos as articulações. É preciso realizar um estudo, através da bioimpedanciometria, para otimizar e avaliar o nível adequado para melhorar a massa muscular e proteger a articulação com o uso de vitaminas, hormônios e alimentação.

A mulher que chega à menopausa com o envelhecimento, tem uma redução dos hormônios. Este é um fator de piora o estado inflamatório e consequentemente a artrite. Nesse caso é importante fazer pequenos ajustes na parte hormonal – modulação – com o auxílio da nutrologia.

Substituir o liquido sinovial  – liquido articular viscoso que permite o deslizamento entre os ossos. Com a atrite e a artrose esse liquido vai sendo reduzido, perdendo  sua propriedade e aumenta na articulação um liquido inflamatório. O nutrólogo retira esse liquido, através da injeção na articulação do joelho, e o substitui por um novo, viscoso, sem as substancias inflamatórias que causam dor. É um procedimento rápido que, em muitos casos pode evitar um procedimento cirúrgico.

Fonte: Jb

Social Media

Social media manager, digital influencer, blogueira, youtuber e redatora, ativista em saúde motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide há 7 anos, patient advocacy, mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

×

Social media manager, digital influencer, blogueira, youtuber e redatora, ativista em saúde motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide há 7 anos, patient advocacy, mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

Anúncios

Comentário

comentários

Olá, deixe um comentário!