É mais difícil ser homem ou ser mulher?

A gente aposta que você já pensou em uma resposta para essa pergunta mentalmente antes mesmo de começar a leitura dessa primeira linha. Ou isso, ou quem sabe você se incomodou. Nós compreendemos seja qual for o pensamento que surgiu na sua cabeça. Compreendemos porque o Qual Farmácia entende que a individualidade e, consequentemente, as opiniões, as ideias e experiências que formam uma pessoa são sempre únicas e com efeitos distintos de pessoa para pessoa. De qualquer maneira, esse debate não é a verdadeira intenção da conversa de hoje. Gostaríamos de propor uma reflexão profunda para um problema muito real que, só este ano, deve atingir cerca de 61 mil homens: o câncer de próstata.

Nossa! Isso tudo para chegar em câncer de próstata? Acreditamos ser necessário derrubar os estereótipos, mitos e medos que os homens têm dessa doença, principalmente na hora de buscar a prevenção do problema. Para isso, com certeza fazer comparações com o gênero feminino não parece ser necessário. Mas, será? Claro que para refletir de maneira intensa sobre qualquer assunto não há uma receita. No entanto, esse tipo de noção comparativa é um costume presente na realidade da maioria das culturas. Dito isso, é essencial que nós e você, mulher ou homem, paremos para construir ou reconstruir as premissas que a gente permite que influenciem nossas vidas.

“Tá, tudo bem. Mas ainda não entendi.” O câncer de próstata é um dos tipos de câncer que mais mata homens em todo mundo. O maior fator de risco para a doença é a idade. De acordo com o INCA, (Instituto Nacional do Câncer José Alencar Gomes da Silva), “o câncer de próstata é considerado um câncer da terceira idade, já que cerca de três quartos dos casos no mundo ocorrem a partir dos 65 anos”. Ou seja, o homem que pode ter esse câncer é seu pai, seu avô, seu amigo ou ente querido. E saiba, a prevenção é a forma mais eficaz de controle e até mesmo cura da doença, já que se for descoberta precocemente, as chances de se livrar completamente do problema são grandes.

A verdade é que independente da proposta de reflexão desenvolvida no início desse texto, o que mais importa é entender que preconceitos, medos e noções estereotipadas não devem ter espaço entre uma pessoa e um câncer. No caso dos homens, o constrangimento de exames preventivos é uma questão real que atrapalha o sucesso de um tratamento contra o câncer de próstata. Nesse sentido, propomos que você se lembre a sua vida vale muito mais do que qualquer argumento baseado em discursos que são frágeis. Cuide-se. Previna-se. Cuide do homem que você ama, seja você de qualquer um dos gêneros. Isso porque o difícil mesmo não é ser um ou o outro, mas sim, enfrentar uma doença grave.

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