Diante de um diagnóstico difícil, é possível se inspirar?

A princípio, a pergunta é tão complicada que pode parecer brincadeira. É como se já não bastasse essa “rasteira” da vida, ainda há uma proposta absurda sobre inspiração.

Nesse sentido, o que sabemos é o seguinte: a cada dia que passa, uma nova descoberta é feita pela ciência. Logo, cuidar da saúde vai se tornando cada vez mais fácil em uma era de revolução tecnológica, não é mesmo?

No entanto, o que importa nesse momento? O que ainda não sabemos? O que a ciência ainda não pode nos dizer é: porque eu?

Mais do que nunca, é nesse instante que sentimos raiva, ou qualquer outra coisa que nos cause algum grau de indignação. Seja por estarmos convictos que durante nossa vida sempre nos cuidamos, nos alimentamos bem, praticamos exercícios físicos e fomos felizes, seja pelo sentido de que sob qualquer propósito o sentimento é de não merecimento da nova situação.

O fato é que a questão é muito mais delicada do que jamais seria possível pautar em qualquer viés inteiramente lógico. E é por isso mesmo que não podemos nos prender a essa linha frágil que é o tempo, ás vezes parecendo interminável, que marca a pessoa que fomos e a pessoa que a partir de agora vamos decidir ser. E como assim? A verdade é que não há uma fórmula, ou receita pronta que ajude todo mundo a passar por uma doença grave ou complicada. Tanto fisicamente, quanto psicologicamente.

Mas então qual é a proposta? Este texto é tão repleto de perguntas quanto a mente de quem se encontra em tais circunstâncias. As informações as quais temos acesso, as inovações em saúde, a esperança por milagres nunca foram tão vastas e ao mesmo tempo confusamente longes e utópicas. É tudo uma mistura de sentimentos.

O que não sabemos e o que tememos vira neblina para a possibilidade de uma escolha adversativa. Ou seja, toda a nossa angústia vira um empecilho para enxergar o que existe tão fortemente em nós quanto nosso diagnóstico, que é a nossa vontade de viver, e bem!

Dessa forma, é importante ressaltar que evitar e prevenir doenças pode sim, ser mais fácil do que imaginamos. Viver muito é agora mais do que nunca, uma questão de escolha. Se você estiver frente a uma nova batalha contra um diagnóstico difícil, escolha você e não se deixe vencer. Lembre-se: é possível tornar nossa maior franqueza em nosso ponto mais forte!

Em parceria com este blog, nós do Qual Farmácia vamos te ajudar a cuidar de si. Nosso maior desejo é a sua vida plena. Quinzenalmente, como colunistas do Artrite Reumatoide, vamos trazer informações e conteúdos que sejam agregadores à sua vida. Nosso assunto é você, e nossa pauta é o que pode te ajudar a levar uma vida melhor, mais feliz e mais saudável, especialmente em momentos difíceis e transformadores, como frente a um diagnóstico sério.

Por tudo isso, é que ousamos propor a inspiração. Uma vez que acreditamos no potencial das pessoas de mudar e de quebrar paradigmas próprios e impostos. Nunca desista de você mesmo!

O jeito de ir a farmácia mudou
Qual Farmácia

Parceiro editorial do Blog Artrite Reumatoide, o Qual Farmácia é um App que foi criado para facilitar as suas compras na hora de ir às farmácias, porém, mais do que isso, nós nos preocupamos com a sua saúde e com o seu bem estar. Queremos te ajudar a levar uma vida com mais qualidade. Acreditamos que quando dividimos conhecimento e informações, multiplicamos a força, a vontade de vencer, e assim ser mais feliz.

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O jeito de ir a farmácia mudou

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3 Comentários

  1. Estou muito chateada tive febre reumática desde criança, tive endocardite, passei por uma cirurgia de coração, tive que colocar uma prótese na valva mitral, e hoje fui sinto muitas dores pelo corpo, sendo que meus exames estão dentro dos padrões normais, já fui em tudo que é medico, uns falam que é dor muscular, teve que disse que estava com dengue, e eu não aguento sentir dor mais, sai do meu trabalho, e vivo base de analgésico, hoje procurei um reumatologista, e ele disse que essa dor não tem nada com o reumatismo, que isso é pisicológico e que preciso aprender a trabalhar meu pisicológico ou vou sentir dor pro resto da vida. eu não aguento mais sentir dor,ficar noites e noites sem dormir, isso não é vida, se tem dor algo errado tem que ter. Eu não sei como agir diante disso, se alguém que já passou por isso puder mim dar algumas dicas de como agir. To vivendo de ajuda da minha mãe, pra compra minhas coisas, passagem pra medico, remedios.

    • Sugiro você trocar de médico, um profissional que fala esse tipo de coisa não deve se dar credibilidade, apoio psicológico é importante sim, mas para ajudar no enfrentamento da doença e não porque seja algo da sua cabeça essas dores, possuímos um grupo de ajuda mutua no facebook, onde trocamos experiencias de tratamento e de vida. Acesse: https://www.facebook.com/groups/encontrar/?fref=ts

  2. Boa tarde Dayane Ferreira, obrigada pela atenção, hoje levei o resultado do exames pra ele ver, mas uma vez me disse que eu não tenho nada que é tudo pisicológico, me mandou procurar um neurologista ou uma clinica da dor, pra ver se tenho alguma coisa. Sai de la mais chateado do que entrei, sendo que esta semana eu fiquei dois dias sem levantar da cama de tanta dor, quando procuro ajuda encontro, é muito difícil só quem sente essa dor sabe o que é. E o pior é encontrar um medico desse, que ao inves de ajudar acaba atrapalhanto.

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