Conviver com a Dor na Artrite Reumatoide

Aprender a conviver com a dor é um dos primeiros desafios da nossa vida com AR.

A dor será nossa companheira quando estamos com doença ativa, ou no começo da artrite reumatoide a dor é sempre presente e assustadora, ela nos acorda e nos coloca para dormir (isso quando ela nos deixa dormir). Com o passar do tempo, acredite, aprendemos a conviver com a dor, e a dor já não é tão impactante. Conforme os medicamentos que controlam a doença passam a fazer efeito, as dores diminuem e se tornam menos intensas; a rigidez matinal se torna discreta e podemos experimentar dias de dores melhores e calmos.

Não podemos deixar que a dor domine a nossa vida.

A dor da artrite reumatoide é insidiosa, ela vem do nada e não vai embora sozinha, quando as articulações começam a doer, geralmente essas mesmas articulações podem doer dias, semanas e até meses, por isso, a cada nova dor, é preciso comunicar o médico reumatologista para que ele possa avaliar se a doença está em atividade, se é necessário ajustar algum medicamento ou trocar a medicação.

Dor nova na artrite reumatoide merece sempre atenção, não podemos deixar a dor crescer e dominar nossas vidas, precisamos reconhecer precocemente cada nova dor e buscar ajuda médica. Isso colabora para intervenção médica precoce e melhor qualidade de vida e consequente maior durabilidade das articulações.

A dor limita, mas não impossibilita; arme-se contra a dor!

Jornalista
Jornalista, motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide aos 26 anos, “Patient Advocacy”, Arthritis Consumer, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde, eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.
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Jornalista Grupar EncontrAR
Jornalista, motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide aos 26 anos, “Patient Advocacy”, Arthritis Consumer, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde, eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.
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10 Comentários

  1. Depois que comecei a tomar ACTEMRA, melhorei muito das dores dos braços, mãos, pescoço e pés. Agora os joelhos estão muito prejudicados, sinto muita dor e dificuldade em andar. Também sentia dor na mandíbula, não achava que era da artrite. São 12 anos doente.

  2. Graça Brito Pinho, tava vendo na net casos de AR, e várias pessoas fazem uso de Cloreto de Magnésio e relataram q essa medicação fez milagre, conversa com teu medico a respeito. Força e Fé cunhada. Bjo

  3. É, mas nem sempre conseguimos falar logo c/o Reumato. A Burocracia dos Hospi
    tais e a Demora de Tratamentos Alternativos, nos deixam pior. O Governo PRECISA mudar esta realidade o mais rápido possível…..

  4. Raquel.. em ambulatórios do SUS só tem um jeito de falar com o médico fora da consulta, tem que ir pessoalmente no ambulatório no dia de atendimento, infelizmente é o único jeito.

  5. Minha filha tem 14 anos e a 4 sofre de artrite reumatoide juvenil poliarticular grave. É uma doença q incomoda muito o paciente e preocupa a família. Os riscos são muitos. São dores diárias, limitações, várias medicações, muitas idas a médicos, exames, etc, etc… Desde que começou a se tratar até hoje toma (entre outros) corticoide e não consegue parar. Essa medicação entre outra consequências impede o crescimento. Hoje está fazendo tbm uso de uma medicação biológica que é o MBREL/ETANERCEPTE, é bom, está ajudando bastante, pois sente bem menos dores.
    O Estado fornece esse medicamento, pois é bem caro. Gente vale a pena. Abraços!!!

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