Conheçam a história da Erica, abandonar o tratamento não é legal!

O que dizer meus amados, sou feliz, estou viva. Sinto muitas dores sim mas a alegria suaviza a dor. Descobri que tinha AR aos 17 anos quando sentei de não conseguia levantar do chão. Marquei com um ortopedista que pediu um exames de fechou o diagnóstico. Confesso que fui desleixada por algum tempo, porque não é fácil convencer para uma adolescente a se entupir de remédios. Ai me entupi em bebida, bebia todo dia e muito viu. Depois da bebida achei uma coisa melhor que bebida a maconha. Fumava pra caramba o dia inteiro pra amenizar as dores. Me casei com 24 anos tenho três filhos e acreditem fumei maconha até os trinta. Até que a AR se agravou por falta de tratamento minhas articulações ficaram comprometidas principalmente mãos e punhos. Estão literalmente tortas. Comecei a correr atras de médicos tomei tudo que você possa imaginar pra artrite e parei com a maconha e a bebida. Também parei com o cigarro. Sou feliz porque além da AR tentar acabar comigo eu quase acabei comigo. Hoje sou formada em Biomedicina e sabe porque, pra descobrir mais a respeito do meu problema de saúde. Tirei dez no meu trabalho de conclusão de curso “Alterações ósseas com uso prolongado de corticoides”.
A maconha só me trouxe Síndrome do Pânico e agravou a AR.
O cigarro quase me mata e a bebida, pois confesso que adoro um vinho, mas hoje não bebo nada mesmo. Agora se você está pensando em fumar um pra parar a dor lembre do meu depoimento sei muito bem que vai ter que fumar um a cada uma hora pra não sentir dor.
Acorda né é muito melhor ir ao médico e fazer o tratamento. Eu ainda acredito que posso correr na SÃO SILVESTRE. Você duvida? Olha hem, tudo é possivel aquele que crê! É só acreditar.
Erica M. L (38 anos)

Jornalista
Jornalista, motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide aos 26 anos, “Patient Advocacy”, Arthritis Consumer, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde, eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.
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Jornalista Grupar EncontrAR
Jornalista, motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide aos 26 anos, “Patient Advocacy”, Arthritis Consumer, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde, eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.
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8 Comentários

  1. ERICA, EU CHUTEI OS REMÉDIOS DE AR, EU SOFRIA MAIS COM OS EFEITOS COLATERAIS E DORES, QUE SENTIA ALÍVIO NOS PRIMEIROS DIAS. UMA OPÇÃO MINHA, NÃO TOMO NADA. SE EU SOFRO? MUITO, MAIS ESTOU MELHOR DESDE DE 2007 QUANDO PAREI. GOSTO DE TOMAR UMA CERVEJINHA GERALMENTE TODOS OS FINAIS DE SEMANA, TEM DIA QUE CHORO, MELHORA UM POUQUINHO LEVANTO, EU SEMPRE FALO: MORRO NA PEÇA, MAIS NÃO ME VENDO A RETALHO. HÃ ESTOU COM 60 ANOS, AINDA VOU P/ A DANCETERIA E DANÇO UM FORRÓ LEGAL. TÁ CERTO NO OUTRO DIA NÃO LEVANTO, MAIS DOI DO MESMO JEITO. BJS. MELHORAS.

  2. Emocionante depoimento! Sair deste vicio é muito difícil. A força de vontade tem que ser muito maior que o vício. ainda bem que é o caso de Erika. Vida Longa, Erika!

    • Os estudos cientificos realizados com o principio ativo da maconha, o canabidiol, está sendo realizado à principio para tratamento de doenças neurologicas como mal de parkinson e epilepsia, as doenças reumaticas não entraram nesse estudo até o momento.

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