AbbVie apresenta dados de mundo real sobre o impacto de programas de apoio a pacientes com artrite reumatoide, de moderada a grave, no sucesso do tratamento

  • Novos dados de pacientes com artrite reumatoide em tratamento com anticorpo monoclonal totalmente humano adalimumabe, que participam de programas de apoio, demonstraram a correlação entre o uso dos serviços do programa de suporte e a melhora funcional do paciente.

A biofarmacêutica global AbbVie anuncia os resultados de estudo observacional de 78 semanas, que demonstra a correlação entre a participação em programas de apoio a pacientes tratados com adalimumabe nos Estados Unidos, Suíça, Israel, México, Porto Rico e Austrália e a melhora significativa dos índices funcionais do paciente com artrite reumatoide, moderada a grave e que haviam iniciado terapia com adalimumabe.1 2 Estes dados foram apresentados no Encontro Anual de 2017 da Liga Europeia de Reumatologia – EULAR, que se realiza em Madri, de 14 a 17 de junho.

“A AbbVie tem o compromisso de auxiliar os pacientes que vivem com doenças inflamatórias autoimunes, como a artrite reumatoide, a melhorar o controle de sua doença, incluindo a melhor compreensão dos fatores que possam contribuir para o tratamento”,  afirmou Dominik Hochli, Vice-Presidente de Assuntos Médicos Globais, da AbbVie.

A meta principal do estudo PASSION foi estabelecida como sendo a porcentagem de participantes que atingiram uma Diferença Mínima Clinicamente Importante (MCID – melhora maior ou igual a 0,22), segundo os critérios do Questionário de Avaliação de Saúde e Índice de Incapacidade (HAQ-DI), que constitui uma lista de perguntas respondidas pelo próprio paciente, para medir a função da artrite reumatoide na semana 78, em comparação ao período de início do estudo. Os resultados mostraram que 72,1 por cento dos pacientes atingiram a diferença mínima no Questionário na semana 78. 1,2

O estudo também indicou uma diferença significativa entre os participantes de programas de apoio e os não-participantes: 48.1 por cento dos participantes no estudo alcançaram a medida Diferença Mínima Clinicamente Importante (MCID) no HAQ-DI, versus 37.8 por cento dos não participantes de programas de apoio, na semana 78. 1,2

“Nós sabemos como tratar a artrite reumatoide com terapias seguras e eficazes, mas também

é importante compreender melhor o que as pessoas que vivem com essa doença precisam além de um medicamento, incluindo o acesso a programas de apoio a pacientes”, afirmou Filip Van Den Bosch, do Hospital Universitário de Ghent e principal pesquisador do estudo. “A artrite reumatoide pode ser uma doença debilitante com  grande impacto emocional, físico e financeiro. Os resultados do estudo PASSION oferecem novas informações sobre o impacto de programas de apoio a pacientes, para ajudar no controle da doença e na melhora dos índices de saúde funcional”.

Não foi identificado nenhum novo sinal sobre a segurança do  tratamento com adalimumabe.  A incidência dos eventos adversos foi comparável ao perfil de segurança já conhecido de adalimumabe em todas as indicações aprovadas 1,2.  A taxa de descontinuidade no estudo foi menor entre os participantes de programas de apoio a pacientes do que entre os não usuários desse tipo de serviço (25,5 por cento versus 41,6 por cento).

O estudo PASSION também demonstrou que os pacientes com artrite reumatoide moderada a severa, que participaram do programa de apoio a pacientes tratados com adalimumabe, reportaram melhores índices no controle de seus próprios cuidados com a saúde, incluindo menos dificuldades em realizar suas atividades, melhor conforto e melhores índices de satisfação com a medicação.4

Sobre o estudo PASSION

O estudo observacional PASSION foi desenhado para avaliar a eficácia de adalimumabe no curso de tratamento de pacientes com artrite reumatoide e a satisfação do paciente com o tratamento, tendo como critério o uso de programas de apoio a paciente.  O estudo incluiu pacientes da União Europeia, Suécia, Israel, México, Porto Rico e Austrália (1.025 pacientes), com artrite reumatoide  moderada a severa, que vivenciaram um resposta insuficiente ao tratamento com pelo menos uma DMARD (drogas modificadoras da doença reumática).  Os pacientes participantes do estudo poderiam ter sido submetidos a tratamento anterior com pelo menos um DMARD biológico, mas não com adalimumabe. No estudo, os pacientes receberam adalimumabe segundo as recomendações de cada país,  com a opção de fazerem parte do Programa de Apoio a Paciente.  Os serviços oferecidos pelo Programa de Apoio a Pacientes  variaram de país para país, mas todos incluíam medicamento de início de tratamento, serviço de apoio e esclarecimento de dúvidas por telefone e  serviços de enfermagem.1,2

Sobre a Artrite Reumatoide

Artrite Reumatoide é uma doença crônica que impõe um importante impacto físico e econômico para pacientes e para a sociedade em geral.5 A artrite reumatoide está entre as 15 principais condições que causam incapacidade6 e afeta aproximadamente 23,7 milhões de pessoas em todo mundo.7

Sobre a AbbVie

A AbbVie é uma companhia biofarmacêutica global, que tem o compromisso de desenvolver terapias inovadoras avançadas, para algumas das mais complexas e críticas condições de saúde.  A missão da companhia é usar seu conhecimento, equipe dedicada e foco em inovação para aprimorar, de forma notável, tratamentos em quatro áreas terapêuticas principais: imunologia, oncologia, virologia e neurociência. Em mais de 75 países, os funcionários da AbbVie trabalham todos os dias para desenvolver soluções em saúde para pessoas ao redor do mundo.

No Brasil, suas unidades de negócios locais incluem Imunologia, Neonatologia e Virologia e, entre suas

diferentes áreas de atuação, conduz mais de 25 estudos clínicos, envolvendo mais de 750 pacientes, em 200 centros de pesquisa. Para mais informação, acesse www.abbvie.com.br

 

Referências

  1. 1.  Van den Bosch F, et al. [2531] “Impact of Participation in the Adalimumab (HUMIRA) Patient Support Program on Functional and Clinical Outcomes Among Patients with Rheumatoid Arthritis: PASSION Study.” Poster presented at the American College of Rheumatology (ACR)/Association of Rheumatology Health Professionals (ARHP) Annual Meeting, November 11–16, 2016, Washington, DC.
  2. 2.  AbbVie Data on File ABVRRTI63417.
  3. 3.     Van den Bosch, et al. Impact of Participation in the Adalimumab (HUMIRA) Patient Support Program on Functional and Clinical Outcomes Among Patients with Rheumatoid Arthritis: PASSION Study. American College of Rheumatology (ACR)/Association of Rheumatology Health Professionals (ARHP) Annual Meeting, November 11-16, 2016, Washington, DC. Abstract 2531.
  4. 4.     Van den Bosch F, et al. [1408] “Impact of Participation in the Adalimumab (HUMIRA) Patient Support Program on Patient Reported Outcomes Among Patients with Rheumatoid Arthritis: PASSION Study.” Poster presented at the American College of Rheumatology (ACR)/Association of Rheumatology Health Professionals (ARHP) Annual Meeting, November 11–16, 2016, Washington, DC.
  5. 5.  Birnbaum H, et Societal cost of rheumatoid arthritis patients in the US. Curr Med Res Opin. Vol. 26, No. 1, 2010, 77–90.
  6. Cross M et al. The global burden of rheumatoid arthritis: estimates from the global burden of disease 2010 study. Ann Rheum Dis. 2014 Jul;73(7):1316-22
  7. World Health Organization. The Global Burden of Disease, 2004 Update. Available at: http://www.who.int/healthinfo/global_burden_disease/GBD_report_2004update_full.pdf.Último acesso em 28 de outubro de  2016.

 

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Jornalista, motivada pelo diagnóstico de Artrite Reumatoide aos 26 anos, enquanto atuava como enfermeira, estava acostumada a lidar com a dor, porém, a dor dos outros. De repente a dor passou a ser minha companheira. Troquei o cuidar assistencial pelo cuidar informacional e escrevi o Blog Artrite Reumatoide, para compartilhar a minha dor, aprendi então, que Dor Compartilhada é Dor Diminuída. Hoje sou “Patient Advocacy”, Arthritis Consumer, presidente do Grupo EncontrAR, vice-presidente do Grupar-RP, idealizadora dos Blogueiros da Saúde e uma eterna mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.

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