Depois que descobri a ARJ e a sindrome de Still me inspirei em outros guerreiros para continuar

 Desde Março de 2015 comecei  sentindo dores nos mínimos esforços que fazia, comecei a reclamar para minha mãe que durante 2 meses me levou no clínico geral, eu observei meus dedos das mãos atrofiando e quando mostrei para a  minha mãe, ela não teve duvidas de que poderia ser artrite,  fomos imediatamente a capital de Belém, consultar com um reumatologista, fiz inúmeros exames e finalmente no dia 2 de Julho veio o diagnóstico de que eu tinha artrite reumatoide juvenil.

 Em agosto comecei a piorar, mesmo em tratamento fui  ao oftalmologista, realizei inúmeros exames e soube que minha visão estava comprometida e eu teria de usar óculos, comecei a ter muita otite também, e uma inflamação de garganta terrível, fui encaminhada para o otorrino e depois de vários exames, foi constatada que minha audição  estava comprometida.

 Em Dezembro tive uma taquicardia que não cessava, com os batimentos mínimos de 110 e em total repouso chegando a 175 bpm fui para o cardiologista e depois de vários exames, o medico informou que era devido ao avanço da doença, continuei piorando, as plaquetas subiram, os leucócitos também, fui encaminhada para o hematologista que  disse que era um avanço inflamatório do corpo, causado por outra patologia.

Eu já vinha tendo febre desde de Janeiro, fui encaminhada  para um infectologista, e juntando todas as avaliações que foram feitas, fui diagnosticada com síndrome de still. Minha febre ainda não passou, meus leucócitos continuam alterados mesmo eu fazendo o tratamento, tomando o biológico e outras medicações.

Depois do último diagnóstico eu me inspirei em outros guerreiros como a Priscila Torres, Aninha Simão e Samuel Oliveira, desde meu primeiro diagnóstico minha mãe falou sobre eles e me mostrou seus blogs.  Hoje também criei uma página para mim, inspirada na aninha Simão, criei a Menina a ARJ e STILL, para assim como vocês eu poder contar minha história e lutar por dias melhores.  Hoje vivo longe da sala de aula a febre não me deixa, fiz esse depoimento com 38.5 de febre, é a minha menor temperatura desde Janeiro.

Me chamo Caolynny Larhanne C. Alencar, tenho 13 anos, moro em Novo Repartimento – CE, convivo com a artrite reumatoide juvenil e a doença de still há 1 ano e 4 meses, sou estudante.

Dor Compartilhada é Dor Diminuída“, conte a sua história e entenda que ao escrever praticamos uma autoterapia e sua história pode ajudar alguém a viver melhor com a doença!

“Conte a sua História”

www.artritereumatoide.blog.br/conte-a-sua-historia/
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Social media manager, digital influencer, blogueira, youtuber e redatora, ativista em saúde motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide há 7 anos, patient advocacy, mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.
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Social media manager, digital influencer, blogueira, youtuber e redatora, ativista em saúde motivada pelo diagnóstico de artrite reumatoide há 7 anos, patient advocacy, mobilizadora social em prol da qualidade de vida das pessoas com doenças crônicas no Brasil.
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